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D9ENSSP
 


Fev 2014

Tema: Capítulo 2

Ana Teresa e Mário / Sonia e Cláudio

Descobrir e cuidar do outro

 

1-Somos capazes da liberdade da recusa dos preconceitos?

Graças a Deus temos uma “pequena consciência” dos nossos preconceitos.

Tentamos também desenvolver nossa sensibilidade para detectar e ajudar os irmãos que se encontram à nossa volta, vítimas de problemas que limitam suas vidas. Apesar disso, percebemos que existem muitas pessoas que não conseguimos ajudar.

 

2-Somos movidos por uma esperança, que “patrocina” nossas ações em todas as atividades que praticamos. Essa esperança garante e legitima nosso trabalho, encorajando-nos e “nutrindo” nossa dedicação.

 

3-Temos consciência de que devemos tentar desenvolver nossa capacidade de avaliar as necessidades dos outros, “olhando” cada um com mais atenção e carinho. Percebemos também que, muitas vezes, é mais fácil percebermos as necessidades de pessoas mais distantes do que daquelas com quem convivemos mais.

 

4-Não conseguimos gerenciar diretamente nossas ações frente aos imprevistos e, muitas vezes, reagimos inconscientemente, priorizando nossas atividades.

 

Reflexão:

Ver o outro com suas necessidades é um ato de Fé, pois estamos vendo o Cristo que existe em cada um.

Acreditamos que nossa ousadia de ultrapassar os preconceitos ainda está tímida, frente às necessidades dos outros.

Tentamos respeitar os outros, aceitando-os como são, sem querer moldá-los para que se tornem como nós.

Temos dificuldade de ver no outro, objeto de nossa ajuda, um filho de Deus como nós.



Escrito por claudiopen às 14h59
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Fev 2014

Tema: Capítulo 2

Vicélia e Luis Carlos / Ana Maria e Sílvio

Descobrir e cuidar do outro

 

 

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

 

  1. Olhar é o primeiro esforço necessário, mas não suficiente para buscar e entender o outro.

     

  2. Além de olhar somente veremos algo se conseguirmos nos desarmarmos e nos despojarmos de nossos medos, ideologias, preconceitos e ideias fixas que nos limitam a real visão das situações e das pessoas.

 

  1. Com a visão real das situações naturalmente podemos discernir as ações possíveis, prioritárias e cabíveis numa ótica de cuidar do outro por amor e com a graça de Deus.

 

  1. Cabe a nós pensarmos no que é possível fazer com cautela, prudência e amor dentro das necessidades naturais da vida, sem exageros e típicas da nossa vocação de casais.

 

  1. Cuidado pressupõe gratuidade e respeito. Isto significa que não devemos esperar nada das ações de cuidar do outro.

 

  1. Cuidar como cristão nos faz ir além da responsabilidade social pois vemos o outro como o próprio Cristo.



Escrito por claudiopen às 14h57
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Fev 2014

Tema: Capítulo 2

Beth e Toninho / Cleide e Duílio

Descobrir e cuidar do outro

 

1. Compaixão

2. Esperança

3. A liberdade

 

No Evangelho, CRISTO aponta o caminho da vida eterna, respondendo a duas perguntas de um Mestre da Lei: (Lc 10,25-37) "Que devo fazer para alcançar a vida eterna"?

- Jesus o questiona: "O que diz a Lei?"

- Ele resume os 613 preceitos em dois: o Amor a Deus e o Amor ao Próximo- Jesus concorda: "Respondeste bem FAZE isto e viverás". E ele insiste com a segunda pergunta:-"E quem é o meu próximo?"

Na época de Jesus, "próximo" era o membro do Povo de Deus; excluíam os inimigos, os pecadores e os não praticantes.

Jesus responde não com uma definição, mas com um exemplo, com a maravilhosa Parábola do BOM SAMARITANO:

- Um homem é assaltado por ladrões que o deixam jogado meio morto à margem da estrada.

- Ali passa um SACERDOTE, que sabe tudo sobre a Lei: vê o homem jogado, mas vai adiante. Passa também um LEVITA, que trabalha no templo, mas não sabe nada de Deus: não tem misericórdia para aquele homem. Vê o homem e vai em frente.

Passa um "SAMARITANO" que não sabia tão bem a Lei de Moisés. Esse "pagão" sente "compaixão" (sentimento próprio de Deus). Supera a hostilidade entre judeus e samaritanos, esquece seus negócios, os compromissos, o cansaço, o medo. “Aproxima-se dele, derrama óleo e vinho nas feridas. Depois o coloca em seu animal e completa os cuidados na pensão".

- E Jesus concluiu: "Vai e faze tu o mesmo".

A Parábola nos diz que... a "Vida eterna" é encontrada no Amor a Deus, concretizado no Amor ao Próximo. Devemos fazer de quem está perto de nós o nosso próximo. PRÓXIMO é todo irmão, que necessita de ajuda e de amor. Mais importante do que saber quem é o "próximo", é tornar-se próximo de quem precisa...

PRÓXIMO é quem age com misericórdia e compaixão. Cristo foi o verdadeiro Bom Samaritano, que antes de ensinar a Parábola a fez realidade em sua vida acolhendo a todos.

E ele nos convida: "Vai e faze tu o mesmo..." Esse gesto é um aspecto fundamental da missão da Igreja. A Parábola propõe Três PASSOS para realizar o amor misericordioso: Ver, Ter compaixão e Agir...

Quem é o nosso Próximo, HOJE?

Só os amigos, os familiares, os que nos ajudam? Gente do grupo?

Ainda hoje, há pessoas à beira das estradas, assaltadas pela violência ou opressão precisando de nossa ajuda.

Qual é a nossa atitude para com elas?



Escrito por claudiopen às 22h45
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(cont.)

A do Sacerdote e do Levita, que olharam e passaram à frente, porque não tinham tempo, deviam cuidar dos seus trabalhos?

Ou a figura simpática do Bom Samaritano, que mesmo estando de viagem, soube parar e oferecer a esse coitado aquilo que estava ao seu alcance, para suavizar a sua situação?

 

 

Resumo da Discussão do Grupo

 

  1. Universalidade e concretude.

  2. Abolir o conceito de próximo restrito aos concidadãos.

  3. Qualquer um que necessite ajudar é o meu próximo.

  4. O distante e o próximo o visível e o invisível.

  5. O amor a Deus e ao amor ao próximo fundem-se.

  6. Ideia de abertura gratuita, criar um lugar de disponibilidade       para o outro com disponibilidade.

  7. Amar o outro no silêncio dos dias. No miudinho dos dias.

  8. Ousar a compaixão pelos males do desconhecido.

  9. Ousar a liberdade de ultrapassar a liberdade de que se vive.

  10. Abertura de olhar.

  11. Estas perdas permeiam na relação do casal que no diálogo conjugal

 

 

Pergunta proposta

O que eu preciso perder para no meu dia-a-dia agir como “O Bom Samaritano”?

R. Perder a arrogância, o ato da omissão, da indiferença, do comodismo, ser mais humilde, ser ouvinte ativo, ter o olhar aberto.



Escrito por claudiopen às 22h44
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Fev 2014

Tema: Capítulo 1

Vicelia e Magalhães

Descobrirmo-nos e deixarmo-nos convidar

 

Refletimos sobre o texto a partir das três atitudes propostas.

Segue um pouco da nossa conversa e reflexão; aliás, para nós dois foi muito proveitoso.

A atitude de Zaqueu:

O que admiramos em Zaqueu, mais do que a sua humildade é a sua capacidade de reconhecer um problema/uma limitação e encontrar e implementar uma solução para esse problema. Principalmente quando se trata de uma limitação pessoal, não gostamos de ver/reconhecer/admitir/encarar; na maior parte das vezes preferimos nos enganar e não enfrentar a nossa verdade.

Zaqueu não só encara sua limitação [“é baixinho”’] como em seguida vê uma solução possível: “sobe numa árvore”, apesar de ser uma pessoa socialmente importante. Ele queria ver Jesus e não conseguia vê-Lo. Ele resolve. Encontra uma solução e aplica essa solução.

O “descobrir-se” tem dois aspectos importantes:

O primeiro é o da gente se conhecer, conhecer as próprias limitações, admiti-las, trabalhar com elas de maneira “despsicologizada”, sem o predomínio da emoção. Com emoção - mas não dominado por ela, com a vontade livre. Só assim seremos felizes. Quando nos tornamos cativo de alguma coisa, não somos livres e, portanto, não somos felizes.

O segundo aspecto é o de revelar-se, tirar os panos, as cobertas e as máscaras com que nos envolvemos para nos proteger/nos resguardar. Zaqueu se expõe, não se cobre, mas se des-cobre. Somos como uma cebola. Temos que ir tirando as camadas para que o BOM, o BEM, o JUSTO, o BELO, o VERDADEIRO....., enfim todos os atributos de Deus que já estão em nós, apareçam no nosso viver.

Quando nos expomos abrimos a possibilidade de sermos convidados. Se estamos escondidos o convite não acontece.

A Salvação já chegou. Ela está aqui. Ela está escondida. As coisas que a escondem em nós são as que podemos considerar como dia-bólicas (nos separam de Deus), demoníacas (daemon - são obstáculos para vivermos em Deus), é o pecado e o fruto do pecado, pessoal e social. A santificação é ir tirando da nossa vida esses impedimentos, essas camadas que nos recobrem e que escondem Deus em nós. O que precisamos é reconhecer que é Jesus quem é capaz de fazer isso em nós, desde que consintamos e colaboremos, e nos entregarmos à Sua ação. Foi isso que Zaqueu percebeu. E assim ele pode experimentar o OLHAR e o CONVITE de JESUS.

Num nível bem pessoal conversamos bastante também sobre a espontaneidade; o quanto somos ou não somos espontâneos. E lembramos ainda que ela precisa ser baseada no BEM; às vezes a nossa espontaneidade pode não ser caridosa, o limite entre a espontaneidade e a caridade é tênue para algumas pessoas e em determinadas situações.

Conversamos ainda sobre como é importante se dar os meios, os “instrumentos” e a disposição para implementar a mudança de vida. No caso de Zaqueu, ele não tinha uma escada nem um tamborete, encontrou a árvore.

A atitude de JESUS:

Reconhecemos aqui como é necessário aprender a OLHAR com o OLHAR de JESUS. “Olhar” que não para na aparência, no superficial, no momentâneo, olhar condicionado pelas nossas emoções, mas que vai além e vê o essencial, aquilo que é, e não a aparência. Purificar o nosso OLHAR.

Aqui vimos como é importante a ORAÇÃO INTERIOR. Achamos que é ela que nos capacita para ter esse olhar de Jesus, pois é ela que nos leva a essa intimidade com Deus. É ela, movida pelo Espírito, que nos permite ir retirando as “camadas de cebola” que nos “protegem” e nos fazem ser preconceituosos, desconfiados, críticos.

Pensando na atitude de “TODOS OS OUTROS” achamos que precisamos desenvolver em nós a lucidez de perceber o que de fato as pessoas e as situações estão querendo nos dizer, e não ficar na superficialidade das aparências, rótulos, estereótipos. Por vezes uma pessoa se dirige a nós de forma agressiva, mas o que ela pretende é pedir auxílio; com uma agressão ela pode estar dizendo: “eu quero/preciso que você me ajude”.



Escrito por claudiopen às 15h31
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Fev 2014

Tema: Capítulo 1

Ana Teresa e Mario / Cleide e Duilio / Sonia e Claudio

 

Descobrirmo-nos e deixarmo-nos convidar

Reflexões propostas

 

Jesus convida-nos a darmos um sentido a nossas vidas, a conhecermo-nos, a buscar e aceitar uma conversão diária.

A consciência de nossas fraquezas e forcas, de nossa estatura, torna-se um passo fundamental para nossa tomada e correção de rumo. Assumi-las nos proporciona maior eficácia. Nos proporciona maior fortaleza para ousar o evangelho.

Para nos, que temos diversas oportunidades de reflexao temos por conseguinte uma responsabilidade ainda maior.

Como seres humanos somos incompletos e por isso a necessidade do auto conhecimento.

Desenvolver o nosso auto conhecimento pode ser facilitado e potencializado por uma conjugalidade equilibrada.

O evangelho e palavra viva, estarmos abertos para trazê-lo ao dia a dia em vista do nosso eu e momento de vida.

Va ate o fundo de ti mesmo e procura Deus no teu coração!

A atitude de Zaqueu:

Como Zaqueu, qual e meu conhecimento de minhas fraquezas. Estou consciente de minha “baixa estatura” e de como supera-la? Estou aberto a responder com coragem ao chamado de Jesus? Qual a minha capacidade de mudança frente ao chamado de Jesus? Coloco-me por inteiro em minhas atitudes? Como podemos nos fortalecer para aumentar esta capacidade?

O que faria se Jesus me convidasse?

Quais os sinais que tenho recebido?

Tenho uma atitude de aceitação ou rejeição da presença de Jesus?

A atitude de Jesus:

Jesus separa o pecador do pecado, Jesus e misericórdia, não se importa com o que somos. Jesus confia em cada um de nos. O quanto confiamos que Jesus nos ama? Confio de fato que Ele me acolhe?

A nossa atitude como “os outros”:

Somos peritos e frequentes no julgar. Julgar com nossos pesos e medidas. Isto nos traz dificuldade para sermos misericordiosos, nos rouba a oportunidade de crescermos com o próximo. Nos impede de ver a Deus refletido nos outros.



Escrito por claudiopen às 19h15
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Fev 2014

Tema: Capítulo 1

Beth e Toninho / Ana Maria e Sílvio

Descobrirmo-nos e deixarmo-nos convidar

Reflexões propostas

 

 

 

1 – A atitude de Zaqueu nos mostra como a presença de Deus em nossa vida é suficiente para nos fazer mudar de vida e encarar desafios que nos parecem impossíveis.

 

2 – O encontro com Zaqueu nos mostra como Deus “providencia” encontros significativos em nossas vidas. Cabe a nós perceber e se abrir a estes encontros.

 

3 – O livre arbítrio nos da a oportunidade de administrar escolhas para fazer a vontade de Deus. No caso de Zaqueu sua escolha o levou à conversão para Deus.

 

4 – A atitude de Jesus nos impulsiona a ver o pecador e não o pecado. Sua opção de se hospedar em casa de Zaqueu nos permite inferir a disponibilidade de Deus sempre nos perdoar quando nos arrependemos com convicção.

 

5 – Quando estamos disponíveis para Cristo, Ele quebra as barreiras e vem ao nosso encontro.

 

6 – A atitude de “todos os outros” mostra a cegueira comum àqueles que esperam um Deus Todo Poderoso, cheio de glória, e que nos impulsiona erradamente para sinais exteriores de riqueza, orgulho e egoismo.

 

7 – A atitude de “todos os outros” é uma maneira velada de se acomodar e não sair de si para fazer aquilo a que Jesus nos convida.



Escrito por claudiopen às 19h14
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Bem–vindos

Ao Novo

Ano  Equipista

2014

Olá a todos!
Eis a ideia para vocês refletirem: “a alegria de ter filhos”.

Assisti outro dia a uma propaganda alemã que me deixou muito impressionado e que recomendo vivamente assisti-la (http://youtu.be/VKhk8MYttIo). O propósito desta propaganda é animar os alemães a ter mais filhos.

Todos nós sabemos que não há nada que se possa comparar a uma criatura humana. Um filho é o maior presente que um casal pode ter. No entanto, penso que hoje estamos olhando muito mais para o que custa ter um filho do que para o que isso vale. Em outras épocas, não é que as pessoas eram mais imprudentes, é que olhavam mais para o que vale essa bênção de Deus. Queria animar todos os casais a ver mais a beleza, a maravilha de ter filhos. E essa propaganda alemã é fantástica. Vejam só o texto dela:

Você nos deixa loucos. Chora a noite toda. Urina na cama. Nascem os primeiros dentes e logo pega sarampo. Primeiro o jardim de infância e depois o colégio...

Sim, você nos faz loucamente felizes.

Adquirimos você de graça. Logo se torna caro. Você necessita de tempo e de espaço. Você nos custa sapatos novos, a TV grande, as férias no litoral.

Você não é um luxo, você é impagável.

Há muitos motivos para não ter filhos e o melhor para tê-los...

é você.

Você não sabe falar,

mas você nos explica o mundo.

Não pode correr,

mas você nos ajuda a dar um salto.

Aprende tanto a cada dia

e nos ensina muito mais.

Você nos mostra que nunca há um mau momento, mas
todos os momentos são os melhores para acolhê-lo.

Você tem pai e mãe e necessita de todo um país para crescer. Felizmente você não está sozinho, antes

você é a nossa tarefa mais valiosa.

Você faz de duas pessoas uma família;

da casinha mais simples um lugar de brincadeiras e aventuras;
de macarrão e salada de tomate, faz um manjar de festa.

Necessitamos de mais gente como você, porque sem você o presente não é divertido e o futuro já passou.


Casais: sejam generosos!!! Abram-se, com prudência, com responsabilidade, mas com generosidade a este que é o maior tesouro da vida: a criatura humana. Pensem menos em ter o carro do ano, em viajar para o exterior todo ano, em ter apenas um filho e tratá-lo como príncipe, e pensem mais na beleza de uma família mais numerosa, cheia de vida, de alegria, de união, de amor. Esta é uma experiência minha: as famílias mais felizes que conheço são as que foram mais generosas em ter filhos. Pensem nisto!

Pe. Paulo M. Ramalho




Escrito por claudiopen às 14h19
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Tema: Capítulo8

Ana Teresa e Mario Vicelia e Luis Carlos

A Responsabilidade da Espiritualidade Conjugal

OUT - 2013

-Qual é o papel do casal cristão no mundo de hoje?

Anunciar pelo testemunho e testemunhar de acordo com a linguagem do meio em que nos encontramos e através dos sinais que um casal pode transmitir. Desde os mais simples sinais como a troca de gentilezas, sorrisos e carinho.

-Estamos conscientes do nosso papel evangelizador?

Sim. 

-O que podemos fazer nesse sentido?

Zelar pelo nosso testemunho e ajudar os casais a viver plenamente seu amor inclusive na dimensao espiritual.

Reflexão

-O que descobriram, em especial, neste capítulo? E reflexões.

As quatro dimensões: a santificação reciproca, a procriação e a educação dos filhos, o apostolado no lar, o apostolado fora do lar, não dissociar a Fe crista da vida cotidiana, ser coerente através do testemunho, estar abeto aos sinais dos tempos testemunhado a misericórdia de Deus sem exclusões. Tomando iniciativas concretas de auxilio e serviço aos casais e a comunidade.

Ponham em comum as experiências que viveram no contexto do seu trabalho, no seu bairro, na sua cidade, no seu meio.

No bairro e na paroquia a pastoral familiar não faz pastoral da família faz mais ações sociais. No encontro de noivos notamos muito a oportunidade de aprender um pouco os sinais dos tempos onde notávamos a alta porcentagem de casais que coabitavam antes do matrimonio e seu interesse no matrimonio. No grupo de oração ha troca de experiências vividas. No curso de batismo ocorre a oportunidade de se evangelizar um pouco e para isto a espiritualidade conjugal ajuda e muito pois a crença e o amor naquilo que se propaga e fundamental.

Qual deveria ser o papel do lar cristão no mundo de hoje?

 

O mesmo papel que tinham os primeiros cristaos no começo da igreja: acolher, ajudar e mostrar o evangelho sendo vivido.



Escrito por claudiopen às 22h26
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Tema: Capítulo8

Sonia e Cláudio, Cleide e Duílio.

 A Responsabilidade da Espiritualidade Conjugal

OUT - 2013

-Qual é o papel do casal cristão no mundo de hoje?

Participar ativamente de uma comunidade que se responsabiliza pela evangelização.

Ser testemunho.

Enfrentar as características da sociedade contemporânea.

Demonstrar seus próprios valores.

Comunicar a todos que vivem à nossa volta as vantagens de seguirmos os caminhos mostrados pelos ensinamentos de JC.

Essa comunicação deve estar “carregada” pela nossa alegria de fazermos parte do projeto de Deus.

-Estamos conscientes do nosso papel evangelizador?

Estamos conscientes sim, mas sabemos que a manutenção dessa consciência é dinâmica, necessitando de muito trabalho.

Consideramos que cada um de nós é uma Bíblia viva capaz de comunicar de maneira dinâmica e contextualizada nossa vivência da espiritualidade cristã.

Essa consciência envolve o conhecimento e a ação baseada nesse conhecimento. A consciência tem que se estender em transformação.

-O que podemos fazer nesse sentido?

Devemos agir como cristãos servindo de exemplo. Devemos sempre que surgir uma oportunidade deixar claras nossas opções de vida e valores.

Devemos viver em comunidade, valorizando o sentido do apostolado leigo.

Devemos envidar esforços para aperfeiçoar nossa comunicação com o próximo, desenvolvendo cada vez mais nossa sensibilidade para vê-lo inserido no projeto de salvação de Deus.

Reflexão

-O que descobriram, em especial, neste capítulo?

Não estamos muito distantes dos primeiros cristãos, no sentido de enfrentarmos uma cultura neo pagã, cujos pressupostos é a existência de discípulos, vivendo em comunidades, diante de uma sociedade que se desclericaliza. Ser um cristão ativo, testemunha de fé, imerso nas atitudes cotidianas.

Tivemos a comprovação da máxima cristã “a fé sem obras não tem valor”. Percebemos que o capítulo enfatizou a necessidade de vivermos a nossa fé e não apenas vesti-la como uma fantasia nas cerimônias da Igreja.

Tentarmos um olhar lúcido e agirmos de acordo com nossas crenças, não permanecendo indiferentes. Permanecendo alertas para identificarmos a urgência e as exigências de cada situação.

 

Através do desenvolvimento da nossa sensibilidade relacional, devemos ler o situacional para, como casal de equipe, darmos o exemplo e nos manifestarmos como cristãos.



Escrito por claudiopen às 09h43
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Tema: Capítulo8

Ana e Sílvio, Thais e Marco Antonio.

 A Responsabilidade da Espiritualidade Conjugal

OUT - 2013

 

 

O QUE DESCOBRIRAM EM ESPECIAL NESTE CAPÍTULO?

Descobrimos que devemos difundir a fé em Cristo através do testemunho de casais católicos. Podemos dar este testemunho abrindo nossas casas, afirmando os valores do casamento, participando das várias atividades das ENS e das paróquias.

 

Segundo o Papa Francisco, não podemos viver nosso casamento somente dentro de casa. Isto é, devemos incluir os casais não casados, os separados, e aqueles com dificuldades no casamento, em atividades pastorais que valorizem a vida familiar e conjugal.

 

PARTILHEM AS REFLEXÕES

Normalmente é fácil atacar a Igreja e o Sacramento do Matrimonio e cabe a nós defender tais valores e mostrar que somos casais católicos felizes e realizados.

 

A salvação dos cônjuges se dá de maneira conjunta, isto é, cabe a cada cônjuge contribuir para a salvação do marido ou da mulher.

 

EXPERIÊNCIAS PRÁTICAS

Participação em novenas

Cursos de noivos

Participação nos Intercessores

Encontro de Casais com Cristo

 

QUAL DEVERIA SER O PAPEL DO LAR CRISTÃO?

Acolher os familiares e também os que não são parte da família.

Aceitar as diferenças dos filhos e amigos com relação à fé e suas crenças.

Testemunhar a vida conjugal feliz, madura, e desenvolvida sem medo de assumir nossa fé.

 

 



Escrito por claudiopen às 09h40
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-Qual é o papel do casal cristão no mundo de hoje?

Participar ativamente de uma comunidade que se responsabiliza pela evangelização.

Ser testemunho.

Enfrentar as características da sociedade contemporânea.

Demonstrar seus próprios valores.

Comunicar a todos que vivem à nossa volta as vantagens de seguirmos os caminhos mostrados pelos ensinamentos de JC.

Essa comunicação deve estar “carregada” pela nossa alegria de fazermos parte do projeto de Deus.

-Estamos conscientes do nosso papel evangelizador?

Estamos conscientes sim, mas sabemos que a manutenção dessa consciência é dinâmica, necessitando de muito trabalho.

Consideramos que cada um de nós é uma Bíblia viva capaz de comunicar de maneira dinâmica e contextualizada nossa vivência da espiritualidade cristã.

Essa consciência envolve o conhecimento e a ação baseada nesse conhecimento. A consciência tem que se estender em transformação.

-O que podemos fazer nesse sentido?

Devemos agir como cristãos servindo de exemplo. Devemos sempre que surgir uma oportunidade deixar claras nossas opções de vida e valores.

Devemos viver em comunidade, valorizando o sentido do apostolado leigo.

Devemos envidar esforços para aperfeiçoar nossa comunicação com o próximo, desenvolvendo cada vez mais nossa sensibilidade para vê-lo inserido no projeto de salvação de Deus.

Reflexão

-O que descobriram, em especial, neste capítulo?

Não estamos muito distantes dos primeiros cristãos, no sentido de enfrentarmos uma cultura neo pagã, cujos pressupostos é a existência de discípulos, vivendo em comunidades, diante de uma sociedade que se desclericaliza. Ser um cristão ativo, testemunha de fé, imerso nas atitudes cotidianas.

Tivemos a comprovação da máxima cristã “a fé sem obras não tem valor”. Percebemos que o capítulo enfatizou a necessidade de vivermos a nossa fé e não apenas vesti-la como uma fantasia nas cerimônias da Igreja.

Tentarmos um olhar lúcido e agirmos de acordo com nossas crenças, não permanecendo indiferentes. Permanecendo alertas para identificarmos a urgência e as exigências de cada situação.

 

Através do desenvolvimento da nossa sensibilidade relacional, devemos ler o situacional para, como casal de equipe, darmos o exemplo e nos manifestarmos como cristãos.



Escrito por claudiopen às 09h39
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Tema: Capítulo7

Cleide e Duílio, Vicélia e Luiz Carlos.

  As ENS – Escola de Espiritualidade Conjugal

SET - 2013

Tentai exprimir aquilo que mais prendeu a vossa atenção e mais vos interpelou neste capitulo do tema?

Os verbos da pagina 79, nos interpelam de maneira forte: depois destes anos de Equipe, em que medida estamos vivendo, praticando o que encontra-se proposto pela ENS?

- A importância de tomar consciência das graças do sacramento do matrimonio.

- refletir sobre a importância do papel do conselheiro espiritual.

- da equipe para o conselheiro espiritual, em um relacionamento de colaboração mutua.

Estes casais aprendem a rezar uns com os outros e uns pelos outros. Fazem a experiência do poder e da eficácia da entreajuda fraternal quando, juntos, rezam, aprofundam os seus conhecimentos religiosos, partilham as suas alegrias, as suas preocupações e as suas aflições, os seus projectos e a sua vontade de construer os seus progressos, humano e espiritual.

Graças a esta extraordinária experiência, tendem a descobrir, gradualmente, que são amados de modo particular por Cristo e pelo Pai; a sentirem-se chamados a amar cada vez mais; a procurar fazer do Evangelho a regra da sua vida de casal, da sua vida de família, da sua vida social e profissional.

Com a ajuda dos outros casais da equipa, comprometem-se a progredir juntos em direcção a este ideal de vida. Convictos das graças que receberam, sentem o apelo a comprometerem-se pessoalmente ou em casal em apostolados concretos que lhes permitem realizar a sua missão de cristãos.

Procurando permanecer fiéis a este ideal, os casais das ENS adoptam uma pedagogia particular. “Obrigam-se, com toda liberdade” a fazer um esforço especial em relação a alguns pontos concretos de esforço que lhes foram propostos: frequência regular do Evangelho, oração cotidiana, oração conjugal e, se possível, familiar, diálogo conjugal (dever de se sentar mensal), retiro anual (juntos ou para cada membro do casal), uma regra de vida.

Os casais comprometem-se, num primeiro momento, a experimentar e depois a viver, da forma mais leal possível, a vida de equipa e, portanto, a partilhar a própria vida do movimento que, por sua vez, é uma equipe de Equipes que vivem em comunhão.

Mas o que estes cristãos casados recebem não é para ser guardado para si próprios mas sim para o dar aos outros. É por isso que eles, além de praticarem entre si a entreajuda material e espiritual, sentem a necessidade e a motivação para procurarem também praticar a hospitalidade acolhedora e generosa para com todos os que sofrem e que conhecem dificuldades no seu amor e também aspirama uma verdadeira vida ao ser reconhecidos como filhos de um mesmo Pai.

 

Temos em  nossa própria Equipe o cuidado de transmitir o que recebemos, o que temos recebido no Movimento?

- Sim, mas é uma resposta a ser elaborada em equipe.

Estamos prontos a nos entreajudar uns aos outros?

- Devemos ser mais persistentes em transmitir para a equipe, o que cada um de nós tem recebido do movimento. Alguns têm mais facilidade de que outros em transmitir para a equipe,  seus aprendizados, suas reflexões, seu crescimento do casal . Porém todos temos que ter consciência do compromisso de transmitir para todos da equipe.

Em que podemos melhorar?

O movimento nos oferece uma riqueza de recursos para o crescimento espiritual  de forma concreta. Cabe-nos usar cada vez melhor, tendo em vista nossa intenção de nos aproximarmos cada vez da santidade.

O que devemos fazer para nos entreajudarmos e favorecer o progresso de cada um?

 

Estar aberto para receber, e ter a disposição de ajudar e vencer o comodismo. 



Escrito por claudiopen às 09h37
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Tema: Capítulo7

Thais e Marco, Ana Teresa e Mário.

  AS ENS – Escola de Espiritualidade Conjugal

SETEMBRO-2013

  • É claro para vocês, pessoalmente e em casal, que as ENS são uma escola de formação e uma escola de permanente crescimento da vida espiritual?
    • Está claro que é uma permanente via de crescimento espiritual e esta nos demanda uma busca pela formação, mas não é o objetivo final das ENS a formação catequética de seus membros. Sua metodologia demanda, mas não oferece esta formação.
  • Se alguém lhes perguntasse o que é que aprenderam nas ENS, o que lhe responderiam?
    • Que as equipes nos revelam a força e o compromisso do matrimônio como instrumento de busca da santificação.
    • Que o caminho da busca pela perfeição espiritual demanda esforço e metodologia, bem como avaliações constantes do caminho escolhido.
    • Que a busca da melhora de nossa vida espiritual é muito ajudada pela troca da experiência e vivência de forma aberta, despojada, franca e fraterna.
  • Tentemos exprimir o que mais prendeu a nossa atenção e mais nos interpelou neste capítulo do tema:
    • Sedução da partilha de vida  e entre ajuda
  • Temos em nossa própria equipe o cuidado de transmitir o que recebemos, o que temos recebido no Movimento? Estamos prontos a nos entreajudar uns aos outros?
    • Não de caso pensado, mas algo que pensamos transmitir como conseqüência. A equipe cresceu na entreajuda, mas ainda muito há crescer. Quase todas as reuniões tem havido uma busca e uma abertura para esta entreajuda.
  • Em que podemos melhorar? O que devemos fazer para nos entreajudarmos e favorecer o progresso de cada um?
    • Para receber entreajuda uma intimidade se faz necessária, uma abertura e humildade de espírito. Cada um olhar para si, acolher a riqueza da diversidade do outro. Pureza de intenção de cada um.

FRASE DO GRUPO: As equipes são uma verdadeira escola que ajuda os casais a viver melhor seu ideal. Nessa escola todos os casais são por sua vez alunos e professores pois é graças a partilha de experiências e a entreajuda que eles progridem.

 

AMEM



Escrito por claudiopen às 09h35
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Tema: Capítulo7

Ana e Sílvio, Sonia e Cláudio.

  As ENS – Escola de Espiritualidade Conjugal

SET - 2013

 

1-Aprendemos a entender e desenvolver a Espiritualidade Conjugal no cotidiano da vida de duas pessoas que vivem juntas, fazendo o caminho a dois.

A grande riqueza desse aprendizado é a percepção, através do testemunho de vida, que existe uma diferença fundamental entre as espiritualidades conjugal, individual leiga, sacerdotal, ...

A Espiritualidade Conjugal subentende a disposição de duas pessoas para viverem todas as circunstâncias, de acordo com o Plano de Deus.

A atuação das ENS está focada no aperfeiçoamento de casais, dentro do matrimônio católico.

A pedagogia das ENS é muito importante, pois fornece a base para o aperfeiçoamento do casal equipista que assim pode instrumentalizar sua atuação dentro da Pastoral Familiar através dos cursos de noivos, de batismo, da primeira Eucaristia, onde podem fazer uso de práticas equipistas como rodízio de liderança, partilha, tema de estudo, encontros...

O processo de transmissão do que recebemos, dentro da nossa equipe, esbarra na desigualdade de desenvolvimento entre nós.

Percebemos que, mesmo sem que nos aconselhemos diretamente, existe uma força do exemplo, pois todos observam e são observados, incluindo-se nessa troca de informações não verbais o CE. Cada um vai se balizando também por observar a si próprio, comparando suas fases dentro da equipe.

Consideramos de fundamental  importância o espírito de esforço continuado que a pedagogia das ENS nos transmite, pois nos torna “procuradores” empedernidos dos nossos próprios caminhos.

2-Detectamos que não existe uma preocupação focada na transmissão do que recebemos, pois o crescimento associado a esse aprendizado é diferente, de uma pessoa para outra e essa transmissão encontra-se disseminada no que fazemos, pois são valores consolidados através de nossas ações e isso desloca nossa preocupação no sentido de melhorarmos nosso próprio desenvolvimento.

Parece-nos que a entre ajuda está ainda um pouco prejudicada pelo medo que sentimos de “melindrar” sentimentos alheios. Acreditamos que esse processo seria facilitado se houvesse um impulso maior de cada um para pedir ajuda quando necessitasse, abrindo espaço para a ajuda.

3-Podemos melhorar nossa capacidade de escutar, desenvolvendo nossa sensibilidade para os problemas dos outros. Talvez esse aperfeiçoamento do nosso olhar para o próximo facilitasse o entendimento do problema, o que poderia abrir mais espaço para uma proposta de ajuda.

 

 



Escrito por claudiopen às 09h34
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