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D9ENSSP
 


 

MARÇO – 2015

Tema: Capítulo1

Sonia/Cláudio e Vicélia/Luiz Carlos

Olhar para o mundo de forma positiva


Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito desta questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

A escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo ajudam a olhar o mundo com o olhar de Deus, ou seja: com fé, esperança e amor. Ela dá um balizamento, estabelece as bases para o discernimento e para a nossa conduta.

Desenvolve em nós a serenidade diante dos problemas, a aceitação das situações sem nos revoltarmos e a perseverança para trabalharmos na solução desses problemas e situações.

 

- O conflito entre o progresso da humanidade e o progresso da fé em Deus: uma construção artificial?

Houve um período em que prevaleceu o mito da maior eficiência das soluções baseadas em parâmetros técnicos/científicos. Estas soluções eram atrapalhadas por aquelas baseadas no amor, porque as soluções técnicas eram consideradas melhores. Com o aumento do nível intelectual das pessoas passou-se a acreditar mais nas soluções científicas do que no amor. Isso fez com que a qualidade de vida da humanidade caísse bastante. A humanidade ficou refém do desenvolvimento tecnológico. Isso é o olhar da humanidade sem amor.

Aparentemente existe esse conflito, mas o progresso da humanidade favorece o progresso da fé e vice-versa.

Na nossa vida esse conflito não existe e não existiu. A nossa progressão como pessoa e o desenvolvimento da nossa fé sempre seguiram juntos.

 

- Qual a relação que devemos estabelecer com o mundo no qual vivemos: escuta? diálogo? condenação? ação? Quais são os eventos concretos em sua vida?

Uma relação de escuta, de diálogo, de reflexão e de ação, relação essa que por sua vez faz crescer a conscientização do nosso olhar.

Essa relação se manifesta na família, na paróquia, com os amigos, ou seja em todos os ambientes em que vivemos.

Procuramos uma relação de escuta, de abertura, de procurar conhecer a realidade.

Os eventos concretos na nossa vida são as decisões que temos que tomar, as atitudes que temos que ter nas diversas situações da vida.

O fato de olharmos o mundo com olhar positivo não nos exime de fazer um discernimento para poder acolher o que é bom e rejeitar o que é ruim de acordo com nossos valores e princípios.

 

- Como a fé, a esperança e amor podem transformar nossa visão de mundo?

Fé, esperança e amor são agentes transformadores.

A Fé nos transforma fazendo com que vejamos o mundo através do olhar do amor.

A Esperança nos segura para que não desistamos.

E o Amor nos instrumentaliza para uma vivência mais completa, de corpo e alma.

Essas três virtudes podem transformar a maneira como olhamos o mundo fazendo com que o nosso olhar seja o olhar de Deus, permitindo o nosso discernimento.



Escrito por claudiopen às 21h52
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MARÇO – 2015

Tema: Capítulo1

Beth/Toninho e Cleide/Duílio

Olhar para mundo de forma positiva

I A Palavra de Deus.

             Assim como fez com o Profeta Abraão, Deus nos chama e realiza promessas. Abraão nos dá a lição de obediência e confiança no amor de Deus. A Palavra e a fé nos impulsionam para vida nova.

II – Discernir os sinais dos tempos.

             Este capítulo pede nosso questionamento, sobre os sinais que o mundo atual nos dá sobre o papel do homem, e sentido da dignidade humana. Discernir os sinais, tendo como referência a palavra de Deus. A Palavra nos toca,nos incomoda e empurra-nos. É força de renovação.

             Qual é o sinal de Deus – sua presença nos dias atuais?

             - Cautela contra as formas de pessimismo e derrotismo.

             - Rever nossos julgamentos e posicionamentos.

             - Testemunhar – sair à procura do outro.

             - Ser cristão é arriscar-se, expor-se com confiança no amor de Deus.

             - Escutar os sinais dos tempos e interpretar à luz do Evangelho.

             - Ler, conhecer e compreender com mais profundidade o mundo em que vivemos.

III – Deus criou o homem para ser seu parceiro neste mundo.

  1. Rápidas e profundas transformações.

             Como temos vivido nossa missão e dever de investigar os sinais dos tempos? E interpretá-los segundo a Palavra de Deus?

             Rápidas e profundas transformações, alimentam  o nosso pensar, nosso desejar e nosso agir, tanto individual, como coletivo. Estas transformações rápidas e profundas refletem em nossa vida religiosa.

             Vivemos forças antagônicas, nossas palavras e conceitos estão submetidos a diversas ideologias.

  1. Ver Deus agindo no mundo.

              Enxergar o mundo integrando a lógica da fé e a lógica do mundo.

  1. Viver com os olhos de Deus, é olhar o mundo com esperança.

             Como ajudamos os outros, e como outras pessoas nos ajudam a ver o mundo com esperança, com confiança?

  TROCA DE IDEIAS SOBRE O TEMA.

             Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo, pode nos ajudar a discernir a respeito desta questão? E a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

             A palavra de Deus nos dá força e confiança, para as adversidades e entendimentos que o mundo de hoje nos apresenta. Ela nos encaminha para uma compreensão amorosa das ações e das reações do ser humano, possibilitando que possamos crescer e ajudar a crescer, na relação, no cuidado do outro.

             Qual é a relação que devemos estabelecer com o mundo no qual vivemos: Escuta?  Dialogo?  Condenação?  Ação?  Quais são os eventos concretos em sua vida?

             Este questionamento nos mostra, da nossa dificuldade, em, de fato, escutar o outro. Temos que ter o cuidado de escutar o outro pela perspectiva do outro. Temos que cuidar para que não tornemos o outro, objeto de nosso desejo de supremacia intelectual. Temos que ter humildade e caridade no ouvir, para que, sumariamente, não julguemos e condenemos o outro, sem o profundo entendimento, sem a compreensão do contexto das ações e do exposto pelo outro.

              A atividade da leitura da palavra é uma força para exercer a escuta do outro.

Eventos  Concretos:

             Antecipo minha lógica de colocação da palavra, para não escutar o outro de forma verdadeira.

             Olhar a ação do outro pelo lado negativo.

             Fazer uso de humor, como forma de negativar o outro, com o uso de preconceitos desumanos.

             Em um momento de raiva, de profunda decepção, decidir-se pela ação máxima de morte, de negação da vida.

                        Cuidar das palavras que a gente emite para o outro. Palavras maldosas, impetuosas doem fisicamente, afetivamente e repercutem  profundamente nas nossas relações.



Escrito por claudiopen às 21h43
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MARÇO – 2015

Tema: Capítulo1


Ana Teresa/Mário e Ana Maria/Sílvio

 Olhar Para o mundo de forma positiva

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

  1. A necessidade da Fé: A saída de Abraão traz um paralelo às nossas situações de vida quando precisamos tomar uma decisão não totalmente estruturada, informada. Se não tivermos Fé dificilmente partimos para um future desconhecido.

  2. Arriscar-se na busca do outro – que não semelhante a nós – acaba não acontecendo porque está fora de nossa convivência. O que é possível é a procura de pessoas desconhecidas, mesmo quando não nos é confortável.

  3. Fatores mencionados por João XXIII que evidenciavam os sinais dos tempos:

  1. Ascensão das massas (crescimento politico-econômico das classes mais desfavorecidas);

  2. Participação das mulheres no mercado de trabalho;

  3. Fim dos povos dominados e dominadores (referindo-se às colonias africanas e asiaticas pertencentes às metropoles européias);

  4. Impacto das telecomunicações (na época radio e TV);

  5. Urbanização dos povos.

  1. Sim, existe um conflito entre o progresso da humanidade e o progresso da fé em Deus quando vemos em nosso cotidiano o isolamento das pessoas, a enorme oportunidade de dispersão de interesses, as inúmeras possibilidades de violência, até aprendizado de valores materialistas, o crescimento desmedido da riqueza e do sentimento de autosuficiência.

  2. Não existe o conflito mencionado quando, por exemplo utilizamos a tecnologia para nos comunicarmos, estarmos presentes em situações, para ter acesso às informações, leituras, palestras que nos trazem valores positivos. Outro exemplo, a busca de melhorias nas áreas de saúde, educação, segurança, bem-estar, respeito aos direitos humanos, etc.

  3. Cremos que a relação a ser estabelecida com o mundo depende fundamentalmente de nossa participação consciente. Tal participação exige posturas de entendimento, crítica, aceitação, condenação, diálogo. Com relação à ação efetiva bem sempre ela é possível, e às vezes, é necessário permitir que o outro haja.

  4. A Fé, Esperança e o Amor podem transformar nossa visão de mundo através de :

    1. Torna a vivência do cotidiano mais leve;

    2. Passamos a ter uma visão de mundo a partir da entrega  da vida a Deus;

    3. As pessoas que estão a nossa volta sentem um bom ambiente;

    4. Abre novas possibilidades de relacões pessoais e de trabalho.

  5. Enfim, a Escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo nos ajudam a enfrentar as situações do cotidiano, a discernir os sinais dos tempos e a olhar positivamente para o mundo.



Escrito por claudiopen às 21h33
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                                             ENS-2015

BEM-VINDOS AO NOVO ANO EQUIPISTA

76 anos no mundo – 65 anos no Brasil



Escrito por claudiopen às 21h24
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OUTUBRO 2014

Tema: Capítulo 8

 Ana Maria e Sílvio

Construir o Ecumenismo e a Paz

 

 

 

  1. Primeiramente cabe uma explicação: Escolhemos por refletir sobre a compaixão e ignorar os textos relativos ao ecumenismo, uma vez que não vimos uma associação direta entre os dois assuntos.

  2. Dentro do assunto compaixão, é importante notar nossas circunstâncias, quais sejam. Moramos numa megalópole onde há todo tipo de aproveitadores, com muitos golpes, que nem sequer imaginamos.

  3. Outra circunstância é a nossa formação católica em famílias que sempre nos ensinaram a dar dinheiro, atenção, e com generosidade, assumir que o outro está de boa fé.

  4. No entanto, com o passar dos tempos, e observando as situações mentirosas e ou fraudulentas nos levam a ter um coração mais duro, pois nos vemos com um excesso de bondade e boa fé.

  5. Por outro lado, algumas leituras do Evangelho, como esta do VIII capítulo nos levam a um sentimento de culpa, dívida e de não estar fazendo o que Jesus falou.

  6. Então nos surge a indagação: Como ter compaixão sem ser bobo, otário, inocente, ou descuidado dos perigos? Como reagir quando nos dão desculpas esfarrapadas?

  7. Muitas vezes podemos usar a tecnologia (email, secretária eletrônica, etc) para nos proteger e evitar o contato direto. Perguntamos: Isto é válido? Isto é ético?

  8. Outras vezes nos deparamos com pessoas nos dizem não ter dinheiro, e no entanto se comportam de outra maneira. Cabe a pergunta: O que fazer? O que falar?

  9. Em resumo, não sabemos como nos comportar. Em que situações podemos ser mais sensíveis?

10.Nossa reflexão final é outra pergunta: Afinal, o que é mais fácil? Evitar a compaixão e não se envolver, assumindo que a grande maioria não merece nossa atenção por ser uma mentira. Ou assumir que o outro precisa de fato de nossa ajuda, justificando, portanto, uma doação, o que também serve para acalmar a consciência.



Escrito por claudiopen às 08h05
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OUTUBRO 2014

Tema: Capítulo 8

Cleide e Duílio / Sonia e Cláudio

Construir o Ecumenismo e a Paz

 

O que torna os homens verdadeiramente homens é a capacidade de exercer a compaixão. Realizamo-nos aos olhos de Deus na medida em que exercemos a compaixão.

Construir a unidade de todos os povos segundo a mensagem do evangelho - a busca da unidade entre as Igrejas Cristãs.

-diálogo que reconhece e respeita a diversidade

-trabalho conjunto na construção de um mundo melhor

-criação de laços de afeto fraterno entre Igrejas

-valorização de tudo o que já une as Igrejas

O Ecumenismo exige um coração voltado para a Paz e a valorização do outro.

-espiritualidade do diálogo que exige o cultivo de qualidades como: esperança, amor à Paz, humildade, capacidade de ouvir, paciência, discernimento, lealdade, alegria ao ver o bem, respeito ao outro, perdão e compreensão.

O ser humano é feliz porque:

-é comprometido com os outros

-sente compaixão pelos outros

-sensibiliza-se com os necessitados.

A família é feliz porque:

-dá-se ao outro e doa-se nos filhos

-em seu seio pratica-se a compaixão, permitindo alargá-la ao Mundo e contribuindo para a construção da Paz.

Isso é viver a dimensão ecumênica.

Viver a compaixão, remover o que nos divide, significa estarmos diante de propostas exigentes e difíceis. Essa passagem do evangelho nos traz com clareza as regras e critérios de avaliação de nossas vidas.

As estruturas das religiões são “separatistas”, discriminatórias. O ecumenismo e a relação entre as pessoas não depende da religião.

As diferenças entre formas de adorar a Deus deixaram de ter relevância e de constituir um motivo de divisão, ao serem colocadas no contexto do que é a verdadeira relação com Deus.

Deus não é propriedade privada. O diálogo com as outras Igrejas não deve ficar concentrado nas autoridades, mas estender-se aos cidadãos cristãos em diálogo.

Mas o que se pretende são cidadãos dialogantes, para os quais o credo é exercido através do diálogo. (entre as religiões)

“Quem não é contra nós é por nós” Mc 9.

Quem me dera que todo o povo fosse profeta.

Viver a problemática ecumênica com o espírito de fé e de comunhão com outras Igrejas na verdade e na caridade. (apelo à unidade)

Cada um é chamado a contribuir generosamente para uma ordem coletiva que satisfaça sempre mais largamente aos direitos e obrigações. Esta sociedade enfim deve se realizar na liberdade, da maneira que convém a seres racionais feitos para assumir a responsabilidade de seus atos. (compromisso coletivo-cidadania)

Remover as causas de divisão entre nós:

-saber ouvir com humildade, de forma proativa, as justificativas que o outro apresenta – dialogar.

-prestar atenção buscando a interação com o outro.

-não assumir um caráter de oposição.

-adotar posição crítica em relação aos radicalismos fundamentalistas.

-não levar para o diálogo posturas de confronto. Em um diálogo os dois lados devem ganhar.



Escrito por claudiopen às 09h57
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SETEMBRO 2014

Tema: Capítulo 8

Ana Teresa e Mário / Vicelia e Luiz Carlos

Construir o Ecumenismo e a Paz

 

A compaixão como fonte da felicidade: porque comprometimento com o outro. Compaixão normalmente remete a sofrimento/falta, o que não é sinal de felicidade para o mundo.

Não considerar como diferentes os que Deus criou iguais.

Na família se aprende/experimenta a compaixão, a doação.

A compaixão é que nos torna verdadeiramente humanos. E é ela que nos salva.

Não seremos julgados por critérios religiosos, mas por critérios não religiosos, critérios ligados ao cuidado. O cuidado é uma das formas concretas de manifestar e exercer a compaixão.

A banalização do mal (pobreza, violência, ...) nos torna indiferentes, refratários à compaixão e ao cuidado.

 

O diferente religioso também pode nos trazer meios/elementos de salvação (o Espírito de Cristo não se recusa a servir-se deles), e esses meios/elementos constituem a base objetiva de comunhão.

É necessário criar uma mentalidade e um espaço de diálogo para que não se contribua para gerar nem alimentar o fanatismo.

O diálogo permite a construção da paz. Dando condições para que haja diálogo a paz acontece.

Pedir e partilhar: quebram as barreiras que impedem o ecumenismo e a paz. A humildade do expor uma necessidade e a disponibilidade para atender essa necessidade fundamentam a ajuda que une.

A paz e o ecumenismo só serão verdadeiros se acontecerem em uma convivência fundada sobre a verdade, a justiça, o amor, a liberdade.



Escrito por claudiopen às 09h13
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 7

Cleide e Duílio / Vicélia e Luiz Carlos

Ser família na Comunidade Eclesial

 

Deus cuida de nós não só pessoalmente, mas também enquanto membros da comunidade.

Esta realidade comunitária nos leva a enfrentar os desafios da condição de sermos irmãos em Cristo.

Na comunidade experimentamos o amor do Pai para com seus filhos, o que nos torna responsáveis como irmãos e nos engaja em darmos frutos que demonstrem o nosso amor e os nossos cuidados aos nossos irmãos em Cristo.

Para crescermos nesse “dar frutos” o Pai nos poda. Poda esta que não é ruptura, como se entende no senso comum, mas é caminho de fortalecimento e de vitalidade. Sentimo-nos podados? Se não: por que será que não estamos sendo podados? Se sim: como reagimos? Encaramos a poda como verdadeira poda ou como mero corte? A poda também é um corte, mas encharcada de um olhar espiritual.

 

Para nós o texto da Epístola aos Coríntios nos chama a atenção para a importância da ética eclesial, isto é da forma como nos comportamos no convívio comunitário na Igreja – não só no culto, mas em todas as nossas atividades eclesiais, inclusive na Equipe – para que se expresse a nossa responsabilidade na ação e no cuidado com a comunidade e assim contribuamos efetivamente para que os irmãos cresçam na fé.

Esta ética comporta, entre outros cuidados:

- a prudência de não entrarmos em “jogos” de vaidade e poder entre membros da comunidade;

- a vivência da identidade por inclusão (que nos faz estar abertos para receber e acolher todos os que se aproximam da comunidade);

- o discernimento quanto a prática política e a vida da comunidade – não deixar a política determinar a práxis cristã, nem permitir que o cuidado social domine a ação comunitária;

- o não deixar que as ideologias - inevitáveis - fragmentem a comunidade por enfraquecer a unidade e a aceitação do diferente;

- a preocupação em se capacitar para o serviço comunitário – tanto humanamente, como fazemos com a nossa atividade profissional, por exemplo –, quanto espiritualmente – usando “os caminhos e meios próprios do Evangelho, os quais, em muitos pontos são diferentes dos meios empregados pela cidade terrestre”; e

- a prática da solidariedade como fortalecedor do nosso testemunho e da nossa caridade para enfrentarmos a cultura do mundo atual que nos bombardeia com ódio e exclusão.

Nesse ponto relembramos da indicação do Pe. Caffarel em relação à responsabilidade da família em cuidar da Igreja – o casal cristão, através de sua união, dá à comunidade um testemunho forte do mistério da união de Cristo, sendo “um ‘sinal’ que não só representa o mistério da união Cristo-Igreja, mas também o ‘contem’ e o ‘irradia’”

A nossa participação na comunidade eclesial é consequência da nossa cultura comunitária em geral. A forma com que participamos na comunidade civil é a mesma com que participamos na comunidade eclesial.

A qualidade da nossa cidadania indica a qualidade da nossa eclesialidade e vice-versa.



Escrito por claudiopen às 17h18
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 7

Ana Teresa e Mário / Ana Maria e Sílvio / Sonia e Cláudio

Ser família na Comunidade Eclesial

 

 

 

Videira é uma ligação, desempenhando função de sustentação e suprimento ( anatômico e fisiológico).

 

Dificuldades do exercício do amor, em nossos relacionamentos na família e fora dela.

 

Cristo funciona como um combustível para nosso exercício.

 

Cada um deverá agir de acordo com seus dons!

 

Sempre deverá haver alguém que explique, para que todos entendam!

Não deve haver desorganização!

 

Devemos cuidar para que nosso conhecimento não seja teórico, mas vivencial!

 

Matrimônio tornou-se sacramento no século 12!

 

Como cuidar de uma Igreja tão dividida?

 

Quem se sentirá atraído por essa Igreja, tão dividida?

Como defender a Igreja das acusações de suas falhas?

 

Reconhecer que existem erros, mostrando que é uma instituição em mudança!

Não se deve ter medo de aceitar que houve erros, mantendo viva a ligação entre

o tronco e as folhas mais distantes.

 

A Igreja está passando de uma fase de imposição dos conceitos teóricos para

outra em que as pessoas vivenciam os conceitos,  manifestando seu modo de ver

e sentir através desses conceitos.

 

Grupos dentro da Igreja renovam a energia, ajudando seu desenvolvimento.(jovens, ENS...)

 

Abertura da Igreja mais moderna, como uma reação à tradição de fechamento!

 



Escrito por claudiopen às 17h18
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 6

Ana Teresa e Mário / Ana Maria e Sílvio

Descobrir o Próximo na Sociedade que nos envolve

 

REFLEXÕES SOBRE O TEMA:

  1. Quanto à nossa experiência com pessoas excluídas ou desprezadas, a princípio nos chama atenção o fato de que nós vivemos de certa forma protegidos, o que reduz o acesso a tais pessoas. Embora estas pessoas não façam parte de nosso relacionamento cotidiano, isto não impede que, em certos momentos, tenhamos uma atenção ou um carinho especial para com pessoas que precisam de uma ajuda.

  2. Às vezes somos confrontados com situações em que é difícil prestar nossa ajuda, seja por intimidação daquele que pede, seja pelo constrangimento de proporcionar uma ajuda num meio onde outras pessoas não estão alinhadas com nossa iniciativa.

  3. Com relação a fatos que a princípio nos chocam, discutimos a necessidade de nos colocarmos na situação dos outros, para poder compreender e talvez aceitar o outro ponto de vista.

  4. Existem situações com as quais não concordamos por princípios ou valores, mas que não podemos contrariar opinar ou interferir por não estar sob nossa responsabilidade. Ou seja, onde não temos autoridade para proibir ou permitir.

Em resumo, o importante do capítulo está no foco na pessoa, independente de preconceitos, ou de situações sociais que podem tender a um lado ou outro. Cabe, portanto ao casal cristão zelar pelo testemunho dos valores da dignidade da pessoa independentemente do sexo, idade, religião, condição social, etc.



Escrito por claudiopen às 21h52
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 6

Beth e Antonio / Vicelia e Luiz Carlos

Descobrir o Próximo na Sociedade que nos envolve

 

Este tema, como indicado pelo seu título, quer chamar nossa atenção e colocar para nossa reflexão a dimensão social do cuidar.

O terceiro texto, da Familiaris Consortio, traz explicitamente essa reflexão ao exprimir o cuidado (“dever social”) que as famílias cristãs devem ter na dimensão social, de forma mais intensa do que as famílias não cristãs.

Os outros textos nos ajudam a aprofundar o olhar social, o qual é essencial para descobrir o próximo na sociedade.

O primeiro texto enfoca a motivação que o cristão tem para olhar e cuidar do outro – o mandamento maior de Jesus. Mas, a nosso (Beth, Vicélia e Luiz Carlos) ver, o texto não se adequa a este tema uma vez que tem um cunho muito personalista, vê o indivíduo e não os indivíduos na sua coletividade, ou seja, em sociedade – isto é, não tem um enfoque social, não provoca diretamente um questionamento quanto ao olhar e o agir social.

Também: este texto, no seu viés individualista, insiste que devemos amar o outro porque Deus está no outro. Parece-nos um pouco egoísta esse “amor”, - amo o outro, mas não o outro e sim Deus que está no outro, logo não amo o outro (parecido com a “caridade” dos espíritas que a fazem para “evoluírem” e não precisarem reencarnar; fazem caridade não por amor ao outro, mas a si mesmo [= egoísmo]).

Terceiro: o texto exagera ao afirmar que devemos ter uma identidade com toda a raça humana. Ora, o amor humano é limitado e ordenado; não temos condição de amar igualmente todos os irmãos. O que precisamos é ter consciência e agir no nosso “aqui e agora”.

O texto do Fr. Radcliffe, por seu lado, nos alerta a descobrir a igualdade em dignidade de todos nós, não havendo, portanto, na dimensão social do agir cristão espaço para exclusões, discriminações, separações, desconsiderações,... E se nos olhássemos como iguais, como seria diferente a vida na nossa sociedade.



Escrito por claudiopen às 21h51
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 6

Cleide e Duílio / Sonia e Cláudio

Descobrir o Próximo na Sociedade que nos envolve

 

- descobrir o próximo, significa olhá-lo com disponibilidade, com atitude de acolhimento e atenção.

- Jesus deu a dimensão do adultério da mulher que era o pecado mais grave no contexto da sociedade judaica da época.

- essa ousadia dá-nos um exemplo atualizado do que devemos fazer, ousando sair da nossa zona de conforto: ir à busca do outro.

- condena o pecado, mas acolhe o pecador.

- Jesus prega a concessão de uma nova oportunidade motivando o arrependimento e a retomada do caminho sem o pecado.

- misericórdia com o pecador é a forma mais perfeita de lhe restituir a liberdade.

- tomar cuidado com a atitude de acusador.

- dignidade que deve ser reconhecida e respeitada.

- a responsabilidade ao sermos interpelados a propósito de alguém: ou julgamos e queremos que o outro confirme o nosso julgamento ou vice versa.

- as atividades que constituem o núcleo do julgamento são aquilo a que hoje chamaríamos “obras de misericórdia”.

- o critério do julgamento é o amor ao próximo.

- amar ao próximo é visto, na prática, como – amar a Deus – quer a pessoa julgada tenha ou não consciência disso.

- Deus se identifica com cada ser humano formando uma comunidade. Tudo que é feito para o outro inclui Deus.

- tomar consciência de “pertencimento” a esta comunidade.

- o sacramento do matrimônio gera a “família cristã”.



Escrito por claudiopen às 22h41
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JULHO 2014

Tema: Capítulo 5

Viver em família em todo o seu tempo

Viver em família pressupõe fazer permanentemente escolhas.

Trabalho x lazer.

Santidade.

O tempo de Deus x tempo do trabalho.

Respeito ao domingo como identidade do cristão.

Marta cuida dos outros.

Jesus não nega o fazer, mas enfatiza o tempo de valor.

O difícil todo: ser Marta e Maria nas diversas atividades.

O casal pode e deve fazer a síntese Marta/Maria e talvez prestar atenção quando um está sendo mais Maria e vice-versa. Que o casal não seja desbalanceado.

 Ancora – estabiliza perante o mau tempo.

O quanto cada um em suas tarefas do dia a dia, privilegia a Deus.

Temos que achar o espaço para ser Maria.



Escrito por claudiopen às 21h39
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JUNHO 2014

Tema: Capítulo 4

Ana Maria e Sílvio / Cleide e Duílio

Ser família e cuidar dela

 

 

 

REFLEXÕES SOBRE O TEMA:

 

1 – Os conceitos de liberdade e obediência aqui apresentados na reação de Jesus quando reencontrado pelos pais, são fundamentais para o desenvolvimento sadio de uma família. São constitutivos de uma família que necessita sempre equilibrar estas tendências que podem ser dispersivas.

 

2 – O fato de participarem de uma caravana para cumprirem uma tradição demonstra como Maria e José eram devotos da religião judaica. Isto explica e confirma a formação judaica de Cristo que se baseou no judaísmo para mostrar o novo testamento. A participação em uma caravana mostra o sentimento de pertença a uma comunidade. Ou seja, Ele não caminha sozinho, não só com os pais, mas com toda a comunidade.

 

3 – Jesus cresce em 3 dimensões: física, intelectual e espiritual o que demonstra um amadurecimento normal de um ser humano. E também como adolescente normal desperta a questão da liberdade e ruptura com seu passado. Por outro lado, os pais também demonstram uma reação normal humana de angústia e ansiedade pelo sumiço do filho. Estes fatos e reações formam os laços de uma família que mostram compromissos entre seus membros. Isto é ser família e cuidar dela.

 

4 – Fatos positivos                                               Fatos negativos

Liberdade pessoal                                      independência dos esposos entre si

Qualidade das relações interpessoais        autoridade entre pais e filhos

Promoção da dignidade da mulher             dificuldade de transmissão de valores

Procriação responsável                              divórcios

Educação dos filhos                                   aborto

Ajuda fraternal, espiritual e material           esterilização

Missão eclesial familiar                               mentalidade contraceptiva

Responsabilidade na justiça social                   

 



Escrito por claudiopen às 23h33
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JUNHO 2014

 

Tema: Capítulo 4

 

Ana Teresa e Mário / Sonia e Cláudio / Vicélia e Luiz Carlos

Ser família e cuidar dela

 

 

 

Peregrinação traz a ideia de busca; e também mostra o cuidado de Maria e José com a formação religiosa do Filho.

Um dos aspectos importantes do cuidado em família e com a família é a celebração e a participação em ritos internos (não só religiosos, mas de diversas naturezas) e externos a ela. Porque a família é convivência, não é sala de aula aonde se ensina. Passa-se tudo convivendo. O cuidado se concretiza na convivência. Daí a importância das ocasiões, dos ritos, das celebrações.

A família é o lugar natural do cuidado. A família existe para cuidar. Quando não há cuidado, não há família.

A família, mesmo depois que a gente cresce, é o lugar para onde se volta quando se precisa de cuidado (de cuidado físico – emocional – intelectual e também espiritual). Ou a família vai até aquele que precisa de cuidado.

O cuidado deve ser não apenas passivo (dar o exemplo), mas também ativo (defender posições e princípios com argumentação).

Na família os pais precisam também aprender a se deixar cuidar pelos filhos.

Tem também a questão do RESPEITO, da liberdade nessa questão do cuidado. De um lado a omissão de cuidado esfacela o conceito de família e do outro o supercuidado abafa a família. Os dois extremos são perniciosos. Vícios do cuidado: o descuido e a superproteção.

A família cuida, mas também é preciso que se cuide dela. Quem? Como?

Os cuidados vão se modificando nas diferentes etapas da vida. E as manifestações e as formas de cuidado vão se adequando às necessidades de cada fase.

Devemos dar espaço aos membros da nossa família e ao mesmo tempo demonstrar que estamos disponíveis.

 



Escrito por claudiopen às 18h34
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