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D9ENSSP
 


AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 7

Cleide e Duílio / Vicélia e Luiz Carlos

Ser família na Comunidade Eclesial

 

Deus cuida de nós não só pessoalmente, mas também enquanto membros da comunidade.

Esta realidade comunitária nos leva a enfrentar os desafios da condição de sermos irmãos em Cristo.

Na comunidade experimentamos o amor do Pai para com seus filhos, o que nos torna responsáveis como irmãos e nos engaja em darmos frutos que demonstrem o nosso amor e os nossos cuidados aos nossos irmãos em Cristo.

Para crescermos nesse “dar frutos” o Pai nos poda. Poda esta que não é ruptura, como se entende no senso comum, mas é caminho de fortalecimento e de vitalidade. Sentimo-nos podados? Se não: por que será que não estamos sendo podados? Se sim: como reagimos? Encaramos a poda como verdadeira poda ou como mero corte? A poda também é um corte, mas encharcada de um olhar espiritual.

 

Para nós o texto da Epístola aos Coríntios nos chama a atenção para a importância da ética eclesial, isto é da forma como nos comportamos no convívio comunitário na Igreja – não só no culto, mas em todas as nossas atividades eclesiais, inclusive na Equipe – para que se expresse a nossa responsabilidade na ação e no cuidado com a comunidade e assim contribuamos efetivamente para que os irmãos cresçam na fé.

Esta ética comporta, entre outros cuidados:

- a prudência de não entrarmos em “jogos” de vaidade e poder entre membros da comunidade;

- a vivência da identidade por inclusão (que nos faz estar abertos para receber e acolher todos os que se aproximam da comunidade);

- o discernimento quanto a prática política e a vida da comunidade – não deixar a política determinar a práxis cristã, nem permitir que o cuidado social domine a ação comunitária;

- o não deixar que as ideologias - inevitáveis - fragmentem a comunidade por enfraquecer a unidade e a aceitação do diferente;

- a preocupação em se capacitar para o serviço comunitário – tanto humanamente, como fazemos com a nossa atividade profissional, por exemplo –, quanto espiritualmente – usando “os caminhos e meios próprios do Evangelho, os quais, em muitos pontos são diferentes dos meios empregados pela cidade terrestre”; e

- a prática da solidariedade como fortalecedor do nosso testemunho e da nossa caridade para enfrentarmos a cultura do mundo atual que nos bombardeia com ódio e exclusão.

Nesse ponto relembramos da indicação do Pe. Caffarel em relação à responsabilidade da família em cuidar da Igreja – o casal cristão, através de sua união, dá à comunidade um testemunho forte do mistério da união de Cristo, sendo “um ‘sinal’ que não só representa o mistério da união Cristo-Igreja, mas também o ‘contem’ e o ‘irradia’”

A nossa participação na comunidade eclesial é consequência da nossa cultura comunitária em geral. A forma com que participamos na comunidade civil é a mesma com que participamos na comunidade eclesial.

A qualidade da nossa cidadania indica a qualidade da nossa eclesialidade e vice-versa.



Escrito por claudiopen às 17h18
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 7

Ana Teresa e Mário / Ana Maria e Sílvio / Sonia e Cláudio

Ser família na Comunidade Eclesial

 

 

 

Videira é uma ligação, desempenhando função de sustentação e suprimento ( anatômico e fisiológico).

 

Dificuldades do exercício do amor, em nossos relacionamentos na família e fora dela.

 

Cristo funciona como um combustível para nosso exercício.

 

Cada um deverá agir de acordo com seus dons!

 

Sempre deverá haver alguém que explique, para que todos entendam!

Não deve haver desorganização!

 

Devemos cuidar para que nosso conhecimento não seja teórico, mas vivencial!

 

Matrimônio tornou-se sacramento no século 12!

 

Como cuidar de uma Igreja tão dividida?

 

Quem se sentirá atraído por essa Igreja, tão dividida?

Como defender a Igreja das acusações de suas falhas?

 

Reconhecer que existem erros, mostrando que é uma instituição em mudança!

Não se deve ter medo de aceitar que houve erros, mantendo viva a ligação entre

o tronco e as folhas mais distantes.

 

A Igreja está passando de uma fase de imposição dos conceitos teóricos para

outra em que as pessoas vivenciam os conceitos,  manifestando seu modo de ver

e sentir através desses conceitos.

 

Grupos dentro da Igreja renovam a energia, ajudando seu desenvolvimento.(jovens, ENS...)

 

Abertura da Igreja mais moderna, como uma reação à tradição de fechamento!

 



Escrito por claudiopen às 17h18
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 6

Ana Teresa e Mário / Ana Maria e Sílvio

Descobrir o Próximo na Sociedade que nos envolve

 

REFLEXÕES SOBRE O TEMA:

  1. Quanto à nossa experiência com pessoas excluídas ou desprezadas, a princípio nos chama atenção o fato de que nós vivemos de certa forma protegidos, o que reduz o acesso a tais pessoas. Embora estas pessoas não façam parte de nosso relacionamento cotidiano, isto não impede que, em certos momentos, tenhamos uma atenção ou um carinho especial para com pessoas que precisam de uma ajuda.

  2. Às vezes somos confrontados com situações em que é difícil prestar nossa ajuda, seja por intimidação daquele que pede, seja pelo constrangimento de proporcionar uma ajuda num meio onde outras pessoas não estão alinhadas com nossa iniciativa.

  3. Com relação a fatos que a princípio nos chocam, discutimos a necessidade de nos colocarmos na situação dos outros, para poder compreender e talvez aceitar o outro ponto de vista.

  4. Existem situações com as quais não concordamos por princípios ou valores, mas que não podemos contrariar opinar ou interferir por não estar sob nossa responsabilidade. Ou seja, onde não temos autoridade para proibir ou permitir.

Em resumo, o importante do capítulo está no foco na pessoa, independente de preconceitos, ou de situações sociais que podem tender a um lado ou outro. Cabe, portanto ao casal cristão zelar pelo testemunho dos valores da dignidade da pessoa independentemente do sexo, idade, religião, condição social, etc.



Escrito por claudiopen às 21h52
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 6

Beth e Antonio / Vicelia e Luiz Carlos

Descobrir o Próximo na Sociedade que nos envolve

 

Este tema, como indicado pelo seu título, quer chamar nossa atenção e colocar para nossa reflexão a dimensão social do cuidar.

O terceiro texto, da Familiaris Consortio, traz explicitamente essa reflexão ao exprimir o cuidado (“dever social”) que as famílias cristãs devem ter na dimensão social, de forma mais intensa do que as famílias não cristãs.

Os outros textos nos ajudam a aprofundar o olhar social, o qual é essencial para descobrir o próximo na sociedade.

O primeiro texto enfoca a motivação que o cristão tem para olhar e cuidar do outro – o mandamento maior de Jesus. Mas, a nosso (Beth, Vicélia e Luiz Carlos) ver, o texto não se adequa a este tema uma vez que tem um cunho muito personalista, vê o indivíduo e não os indivíduos na sua coletividade, ou seja, em sociedade – isto é, não tem um enfoque social, não provoca diretamente um questionamento quanto ao olhar e o agir social.

Também: este texto, no seu viés individualista, insiste que devemos amar o outro porque Deus está no outro. Parece-nos um pouco egoísta esse “amor”, - amo o outro, mas não o outro e sim Deus que está no outro, logo não amo o outro (parecido com a “caridade” dos espíritas que a fazem para “evoluírem” e não precisarem reencarnar; fazem caridade não por amor ao outro, mas a si mesmo [= egoísmo]).

Terceiro: o texto exagera ao afirmar que devemos ter uma identidade com toda a raça humana. Ora, o amor humano é limitado e ordenado; não temos condição de amar igualmente todos os irmãos. O que precisamos é ter consciência e agir no nosso “aqui e agora”.

O texto do Fr. Radcliffe, por seu lado, nos alerta a descobrir a igualdade em dignidade de todos nós, não havendo, portanto, na dimensão social do agir cristão espaço para exclusões, discriminações, separações, desconsiderações,... E se nos olhássemos como iguais, como seria diferente a vida na nossa sociedade.



Escrito por claudiopen às 21h51
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AGOSTO 2014

Tema: Capítulo 6

Cleide e Duílio / Sonia e Cláudio

Descobrir o Próximo na Sociedade que nos envolve

 

- descobrir o próximo, significa olhá-lo com disponibilidade, com atitude de acolhimento e atenção.

- Jesus deu a dimensão do adultério da mulher que era o pecado mais grave no contexto da sociedade judaica da época.

- essa ousadia dá-nos um exemplo atualizado do que devemos fazer, ousando sair da nossa zona de conforto: ir à busca do outro.

- condena o pecado, mas acolhe o pecador.

- Jesus prega a concessão de uma nova oportunidade motivando o arrependimento e a retomada do caminho sem o pecado.

- misericórdia com o pecador é a forma mais perfeita de lhe restituir a liberdade.

- tomar cuidado com a atitude de acusador.

- dignidade que deve ser reconhecida e respeitada.

- a responsabilidade ao sermos interpelados a propósito de alguém: ou julgamos e queremos que o outro confirme o nosso julgamento ou vice versa.

- as atividades que constituem o núcleo do julgamento são aquilo a que hoje chamaríamos “obras de misericórdia”.

- o critério do julgamento é o amor ao próximo.

- amar ao próximo é visto, na prática, como – amar a Deus – quer a pessoa julgada tenha ou não consciência disso.

- Deus se identifica com cada ser humano formando uma comunidade. Tudo que é feito para o outro inclui Deus.

- tomar consciência de “pertencimento” a esta comunidade.

- o sacramento do matrimônio gera a “família cristã”.



Escrito por claudiopen às 22h41
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JULHO 2014

Tema: Capítulo 5

Viver em família em todo o seu tempo

Viver em família pressupõe fazer permanentemente escolhas.

Trabalho x lazer.

Santidade.

O tempo de Deus x tempo do trabalho.

Respeito ao domingo como identidade do cristão.

Marta cuida dos outros.

Jesus não nega o fazer, mas enfatiza o tempo de valor.

O difícil todo: ser Marta e Maria nas diversas atividades.

O casal pode e deve fazer a síntese Marta/Maria e talvez prestar atenção quando um está sendo mais Maria e vice-versa. Que o casal não seja desbalanceado.

 Ancora – estabiliza perante o mau tempo.

O quanto cada um em suas tarefas do dia a dia, privilegia a Deus.

Temos que achar o espaço para ser Maria.



Escrito por claudiopen às 21h39
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JUNHO 2014

Tema: Capítulo 4

Ana Maria e Sílvio / Cleide e Duílio

Ser família e cuidar dela

 

 

 

REFLEXÕES SOBRE O TEMA:

 

1 – Os conceitos de liberdade e obediência aqui apresentados na reação de Jesus quando reencontrado pelos pais, são fundamentais para o desenvolvimento sadio de uma família. São constitutivos de uma família que necessita sempre equilibrar estas tendências que podem ser dispersivas.

 

2 – O fato de participarem de uma caravana para cumprirem uma tradição demonstra como Maria e José eram devotos da religião judaica. Isto explica e confirma a formação judaica de Cristo que se baseou no judaísmo para mostrar o novo testamento. A participação em uma caravana mostra o sentimento de pertença a uma comunidade. Ou seja, Ele não caminha sozinho, não só com os pais, mas com toda a comunidade.

 

3 – Jesus cresce em 3 dimensões: física, intelectual e espiritual o que demonstra um amadurecimento normal de um ser humano. E também como adolescente normal desperta a questão da liberdade e ruptura com seu passado. Por outro lado, os pais também demonstram uma reação normal humana de angústia e ansiedade pelo sumiço do filho. Estes fatos e reações formam os laços de uma família que mostram compromissos entre seus membros. Isto é ser família e cuidar dela.

 

4 – Fatos positivos                                               Fatos negativos

Liberdade pessoal                                      independência dos esposos entre si

Qualidade das relações interpessoais        autoridade entre pais e filhos

Promoção da dignidade da mulher             dificuldade de transmissão de valores

Procriação responsável                              divórcios

Educação dos filhos                                   aborto

Ajuda fraternal, espiritual e material           esterilização

Missão eclesial familiar                               mentalidade contraceptiva

Responsabilidade na justiça social                   

 



Escrito por claudiopen às 23h33
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JUNHO 2014

 

Tema: Capítulo 4

 

Ana Teresa e Mário / Sonia e Cláudio / Vicélia e Luiz Carlos

Ser família e cuidar dela

 

 

 

Peregrinação traz a ideia de busca; e também mostra o cuidado de Maria e José com a formação religiosa do Filho.

Um dos aspectos importantes do cuidado em família e com a família é a celebração e a participação em ritos internos (não só religiosos, mas de diversas naturezas) e externos a ela. Porque a família é convivência, não é sala de aula aonde se ensina. Passa-se tudo convivendo. O cuidado se concretiza na convivência. Daí a importância das ocasiões, dos ritos, das celebrações.

A família é o lugar natural do cuidado. A família existe para cuidar. Quando não há cuidado, não há família.

A família, mesmo depois que a gente cresce, é o lugar para onde se volta quando se precisa de cuidado (de cuidado físico – emocional – intelectual e também espiritual). Ou a família vai até aquele que precisa de cuidado.

O cuidado deve ser não apenas passivo (dar o exemplo), mas também ativo (defender posições e princípios com argumentação).

Na família os pais precisam também aprender a se deixar cuidar pelos filhos.

Tem também a questão do RESPEITO, da liberdade nessa questão do cuidado. De um lado a omissão de cuidado esfacela o conceito de família e do outro o supercuidado abafa a família. Os dois extremos são perniciosos. Vícios do cuidado: o descuido e a superproteção.

A família cuida, mas também é preciso que se cuide dela. Quem? Como?

Os cuidados vão se modificando nas diferentes etapas da vida. E as manifestações e as formas de cuidado vão se adequando às necessidades de cada fase.

Devemos dar espaço aos membros da nossa família e ao mesmo tempo demonstrar que estamos disponíveis.

 



Escrito por claudiopen às 18h34
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MAIO 2014

Tema: Capítulo 3

Cleide e Duílio / Sonia e Cláudio

Aceitar o Convite de Viver o Evangelho a Dois

A presença de Jesus na vida a dois é a garantia de que o essencial jamais faltará mesmo que as dificuldades apareçam!

Aceitar o convite para ousarmos o evangelho a dois.

A nossa participação é viver o convite a dois.

Maria é a nossa mediadora e intercessora.

O aprofundamento da nossa espiritualidade é a vivência da conversão, a busca da santificação.

Os discípulos viram os sinais e creram, e nós?

 

Reflexões sobre o tema

 

1-"Façam o que Ele vos disser". Identificar o sinal da convocação de Jesus e atender ao pedido.

Solicitar a graça do sacramento para estarmos mais atentos e aprimorarmos a escuta, aperfeiçoando o que Jesus nos pede, nos ensina para vivermos a Sua vontade.

Abertura dos nossos corações a dois para frutificar a graça do sacramento.

O sucesso da vida conjugal depende da presença de Jesus/Maria em nossas vidas.

 

2-Sensibilidade de Maria na identificação dos nossos problemas e na intercessão junto ao seu Filho em nosso auxilio.

A disposição em acatarmos as orientações de Jesus como os serventes.

3-O vinho da transformação.

Converter-se no Cristo. O vinho é símbolo da conversão espiritual.

Adquirir qualidade através da ação transformadora em nós da presença de Cristo.

Nós também somos transformados em testemunhas do milagre.

 

4-Transformação.

Ao abrirmos espaço para Jesus/Maria em nosso casamento candidatamo-nos a essa transformação.

O sacramento do matrimônio é o sinal da graça de Cristo no casal.

O Cristo associa-se aos cônjuges e confirma a sua presença através da graça do sacramento.

Cura e purificação (doação mútua).

Transfiguração - viver as superações.

Fecundidade - oferecer os filhos a Deus.

 



Escrito por claudiopen às 09h14
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MAIO 2014

Tema: Capítulo 3

Ana Teresa e Mário / Ana Maria e Sílvio

Aceitar o Convite de Viver o Evangelho a Dois

 

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

  1. Sensibilidade de Maria: Capacidade de observação e percepção

  2. Carências e faltas: Sempre falta alguma coisa em nossa vida, não devemos querer preencher todas as lacunas.

  3. Construção do casal: convidar Jesus e Maria para transformar o casal, e colocar nas mãos deles a decisão sobre nosso futuro. Fica conosco Senhor. Todo amor verdadeiro convida-nos a deixar à parte nossa autodefinição.

  4. A importância de nosso papel para a realização da ação de Deus: “Enchei as jarras…”. Fazer tudo como se dependesse somente de nós, rezar e pedir como se dependesse somente de Deus.

  5. A frase “Fazei tudo o que Ele vos disser…” servirá para todas as situações da vida, pois somente escutando e obedecendo a Jesus poderemos caminhar e construir nossa vida.

  6. A frase “o Matrimonio é um sacramento do amor fiel de Deus pois é para o melhor e para o pior…” indica também situações de risco e de tristeza.

  7. A pessoa fiel deve ter e mostrar Boa Vontade para enfrentar situações imprevistas e dificuldades sem soluções aparentes.

  8. Enfim aceitamos o convite para viver o Evangelho a dois, embora saibamos que não é única maneira. Isto é, há diversas ”espiritualidades” disponíveis para nosso crescimento.  Cremos que as ENS oferecem um instrumental mais completo, mas devemos admitir que outros casais também crescem  mais de forma individual.



Escrito por claudiopen às 11h13
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Fev 2014

Tema: Capítulo 2

Ana Teresa e Mário / Sonia e Cláudio

Descobrir e cuidar do outro

 

1-Somos capazes da liberdade da recusa dos preconceitos?

Graças a Deus temos uma “pequena consciência” dos nossos preconceitos.

Tentamos também desenvolver nossa sensibilidade para detectar e ajudar os irmãos que se encontram à nossa volta, vítimas de problemas que limitam suas vidas. Apesar disso, percebemos que existem muitas pessoas que não conseguimos ajudar.

 

2-Somos movidos por uma esperança, que “patrocina” nossas ações em todas as atividades que praticamos. Essa esperança garante e legitima nosso trabalho, encorajando-nos e “nutrindo” nossa dedicação.

 

3-Temos consciência de que devemos tentar desenvolver nossa capacidade de avaliar as necessidades dos outros, “olhando” cada um com mais atenção e carinho. Percebemos também que, muitas vezes, é mais fácil percebermos as necessidades de pessoas mais distantes do que daquelas com quem convivemos mais.

 

4-Não conseguimos gerenciar diretamente nossas ações frente aos imprevistos e, muitas vezes, reagimos inconscientemente, priorizando nossas atividades.

 

Reflexão:

Ver o outro com suas necessidades é um ato de Fé, pois estamos vendo o Cristo que existe em cada um.

Acreditamos que nossa ousadia de ultrapassar os preconceitos ainda está tímida, frente às necessidades dos outros.

Tentamos respeitar os outros, aceitando-os como são, sem querer moldá-los para que se tornem como nós.

Temos dificuldade de ver no outro, objeto de nossa ajuda, um filho de Deus como nós.



Escrito por claudiopen às 14h59
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Fev 2014

Tema: Capítulo 2

Vicélia e Luis Carlos / Ana Maria e Sílvio

Descobrir e cuidar do outro

 

 

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

 

  1. Olhar é o primeiro esforço necessário, mas não suficiente para buscar e entender o outro.

     

  2. Além de olhar somente veremos algo se conseguirmos nos desarmarmos e nos despojarmos de nossos medos, ideologias, preconceitos e ideias fixas que nos limitam a real visão das situações e das pessoas.

 

  1. Com a visão real das situações naturalmente podemos discernir as ações possíveis, prioritárias e cabíveis numa ótica de cuidar do outro por amor e com a graça de Deus.

 

  1. Cabe a nós pensarmos no que é possível fazer com cautela, prudência e amor dentro das necessidades naturais da vida, sem exageros e típicas da nossa vocação de casais.

 

  1. Cuidado pressupõe gratuidade e respeito. Isto significa que não devemos esperar nada das ações de cuidar do outro.

 

  1. Cuidar como cristão nos faz ir além da responsabilidade social pois vemos o outro como o próprio Cristo.



Escrito por claudiopen às 14h57
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Fev 2014

Tema: Capítulo 2

Beth e Toninho / Cleide e Duílio

Descobrir e cuidar do outro

 

1. Compaixão

2. Esperança

3. A liberdade

 

No Evangelho, CRISTO aponta o caminho da vida eterna, respondendo a duas perguntas de um Mestre da Lei: (Lc 10,25-37) "Que devo fazer para alcançar a vida eterna"?

- Jesus o questiona: "O que diz a Lei?"

- Ele resume os 613 preceitos em dois: o Amor a Deus e o Amor ao Próximo- Jesus concorda: "Respondeste bem FAZE isto e viverás". E ele insiste com a segunda pergunta:-"E quem é o meu próximo?"

Na época de Jesus, "próximo" era o membro do Povo de Deus; excluíam os inimigos, os pecadores e os não praticantes.

Jesus responde não com uma definição, mas com um exemplo, com a maravilhosa Parábola do BOM SAMARITANO:

- Um homem é assaltado por ladrões que o deixam jogado meio morto à margem da estrada.

- Ali passa um SACERDOTE, que sabe tudo sobre a Lei: vê o homem jogado, mas vai adiante. Passa também um LEVITA, que trabalha no templo, mas não sabe nada de Deus: não tem misericórdia para aquele homem. Vê o homem e vai em frente.

Passa um "SAMARITANO" que não sabia tão bem a Lei de Moisés. Esse "pagão" sente "compaixão" (sentimento próprio de Deus). Supera a hostilidade entre judeus e samaritanos, esquece seus negócios, os compromissos, o cansaço, o medo. “Aproxima-se dele, derrama óleo e vinho nas feridas. Depois o coloca em seu animal e completa os cuidados na pensão".

- E Jesus concluiu: "Vai e faze tu o mesmo".

A Parábola nos diz que... a "Vida eterna" é encontrada no Amor a Deus, concretizado no Amor ao Próximo. Devemos fazer de quem está perto de nós o nosso próximo. PRÓXIMO é todo irmão, que necessita de ajuda e de amor. Mais importante do que saber quem é o "próximo", é tornar-se próximo de quem precisa...

PRÓXIMO é quem age com misericórdia e compaixão. Cristo foi o verdadeiro Bom Samaritano, que antes de ensinar a Parábola a fez realidade em sua vida acolhendo a todos.

E ele nos convida: "Vai e faze tu o mesmo..." Esse gesto é um aspecto fundamental da missão da Igreja. A Parábola propõe Três PASSOS para realizar o amor misericordioso: Ver, Ter compaixão e Agir...

Quem é o nosso Próximo, HOJE?

Só os amigos, os familiares, os que nos ajudam? Gente do grupo?

Ainda hoje, há pessoas à beira das estradas, assaltadas pela violência ou opressão precisando de nossa ajuda.

Qual é a nossa atitude para com elas?



Escrito por claudiopen às 22h45
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(cont.)

A do Sacerdote e do Levita, que olharam e passaram à frente, porque não tinham tempo, deviam cuidar dos seus trabalhos?

Ou a figura simpática do Bom Samaritano, que mesmo estando de viagem, soube parar e oferecer a esse coitado aquilo que estava ao seu alcance, para suavizar a sua situação?

 

 

Resumo da Discussão do Grupo

 

  1. Universalidade e concretude.

  2. Abolir o conceito de próximo restrito aos concidadãos.

  3. Qualquer um que necessite ajudar é o meu próximo.

  4. O distante e o próximo o visível e o invisível.

  5. O amor a Deus e ao amor ao próximo fundem-se.

  6. Ideia de abertura gratuita, criar um lugar de disponibilidade       para o outro com disponibilidade.

  7. Amar o outro no silêncio dos dias. No miudinho dos dias.

  8. Ousar a compaixão pelos males do desconhecido.

  9. Ousar a liberdade de ultrapassar a liberdade de que se vive.

  10. Abertura de olhar.

  11. Estas perdas permeiam na relação do casal que no diálogo conjugal

 

 

Pergunta proposta

O que eu preciso perder para no meu dia-a-dia agir como “O Bom Samaritano”?

R. Perder a arrogância, o ato da omissão, da indiferença, do comodismo, ser mais humilde, ser ouvinte ativo, ter o olhar aberto.



Escrito por claudiopen às 22h44
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Fev 2014

Tema: Capítulo 1

Vicelia e Magalhães

Descobrirmo-nos e deixarmo-nos convidar

 

Refletimos sobre o texto a partir das três atitudes propostas.

Segue um pouco da nossa conversa e reflexão; aliás, para nós dois foi muito proveitoso.

A atitude de Zaqueu:

O que admiramos em Zaqueu, mais do que a sua humildade é a sua capacidade de reconhecer um problema/uma limitação e encontrar e implementar uma solução para esse problema. Principalmente quando se trata de uma limitação pessoal, não gostamos de ver/reconhecer/admitir/encarar; na maior parte das vezes preferimos nos enganar e não enfrentar a nossa verdade.

Zaqueu não só encara sua limitação [“é baixinho”’] como em seguida vê uma solução possível: “sobe numa árvore”, apesar de ser uma pessoa socialmente importante. Ele queria ver Jesus e não conseguia vê-Lo. Ele resolve. Encontra uma solução e aplica essa solução.

O “descobrir-se” tem dois aspectos importantes:

O primeiro é o da gente se conhecer, conhecer as próprias limitações, admiti-las, trabalhar com elas de maneira “despsicologizada”, sem o predomínio da emoção. Com emoção - mas não dominado por ela, com a vontade livre. Só assim seremos felizes. Quando nos tornamos cativo de alguma coisa, não somos livres e, portanto, não somos felizes.

O segundo aspecto é o de revelar-se, tirar os panos, as cobertas e as máscaras com que nos envolvemos para nos proteger/nos resguardar. Zaqueu se expõe, não se cobre, mas se des-cobre. Somos como uma cebola. Temos que ir tirando as camadas para que o BOM, o BEM, o JUSTO, o BELO, o VERDADEIRO....., enfim todos os atributos de Deus que já estão em nós, apareçam no nosso viver.

Quando nos expomos abrimos a possibilidade de sermos convidados. Se estamos escondidos o convite não acontece.

A Salvação já chegou. Ela está aqui. Ela está escondida. As coisas que a escondem em nós são as que podemos considerar como dia-bólicas (nos separam de Deus), demoníacas (daemon - são obstáculos para vivermos em Deus), é o pecado e o fruto do pecado, pessoal e social. A santificação é ir tirando da nossa vida esses impedimentos, essas camadas que nos recobrem e que escondem Deus em nós. O que precisamos é reconhecer que é Jesus quem é capaz de fazer isso em nós, desde que consintamos e colaboremos, e nos entregarmos à Sua ação. Foi isso que Zaqueu percebeu. E assim ele pode experimentar o OLHAR e o CONVITE de JESUS.

Num nível bem pessoal conversamos bastante também sobre a espontaneidade; o quanto somos ou não somos espontâneos. E lembramos ainda que ela precisa ser baseada no BEM; às vezes a nossa espontaneidade pode não ser caridosa, o limite entre a espontaneidade e a caridade é tênue para algumas pessoas e em determinadas situações.

Conversamos ainda sobre como é importante se dar os meios, os “instrumentos” e a disposição para implementar a mudança de vida. No caso de Zaqueu, ele não tinha uma escada nem um tamborete, encontrou a árvore.

A atitude de JESUS:

Reconhecemos aqui como é necessário aprender a OLHAR com o OLHAR de JESUS. “Olhar” que não para na aparência, no superficial, no momentâneo, olhar condicionado pelas nossas emoções, mas que vai além e vê o essencial, aquilo que é, e não a aparência. Purificar o nosso OLHAR.

Aqui vimos como é importante a ORAÇÃO INTERIOR. Achamos que é ela que nos capacita para ter esse olhar de Jesus, pois é ela que nos leva a essa intimidade com Deus. É ela, movida pelo Espírito, que nos permite ir retirando as “camadas de cebola” que nos “protegem” e nos fazem ser preconceituosos, desconfiados, críticos.

Pensando na atitude de “TODOS OS OUTROS” achamos que precisamos desenvolver em nós a lucidez de perceber o que de fato as pessoas e as situações estão querendo nos dizer, e não ficar na superficialidade das aparências, rótulos, estereótipos. Por vezes uma pessoa se dirige a nós de forma agressiva, mas o que ela pretende é pedir auxílio; com uma agressão ela pode estar dizendo: “eu quero/preciso que você me ajude”.



Escrito por claudiopen às 15h31
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