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D9ENSSP
 


AGOSTO – 2015

Tema: Capítulo 5

Cleide/Duílio e Sonia/Cláudio

O pobre, amado por Deus.

 

Como olhamos nossos irmãos mais necessitados?

De que maneira mostramos uma atenção espiritual para com eles?

-vem e segue-me.

-desprendimento.

-Deus nos pede algo mais do que a dedicação ditada por nossa formação.

-como fazer para transpor nossa zona de conforto e fazer o mais que Deus nos pede?

-não devemos desanimar, pois o que é impossível aos homens é possível a Deus.

-Deus nos dará tudo para que possamos segui-lo até o fim.

-é a misericórdia no cotidiano.

-o assistencialismo destaca a importância do que doa, tornando o assistido refém dessa ação.

-a ajuda torna-se um compromisso.

-quando você participa, acolhe, sente-se acolhido e faz parte de uma comunidade. Cada um ajuda para melhorar o outro e não a si próprio.

-é importante não nos esquecermos de ajudar com o ajudado e não para ele. O necessitado deve ser acolhido, participando do processo.

-devemos trabalhar sempre no tripé ver julgar e agir a partir dos vulneráveis e não dos poderosos.

-ver o outro com dignidade, com direito ao respeito.

-é muito importante cada um se ver dentro do processo, com suas características, competências e fraquezas.

-o julgar não deve ser precipitado, evitando classificar o outro dentro de uma visão seletiva.

-a ação deve se dar através de um processo inclusivo do outro, levando em consideração suas condições, procurando torná-lo parte do processo e não escravo. (fazer com e não apenas para o outro)

-desenvolver o autoconhecimento para participar de processos sintonizados com nossas competências, integrados com outras pessoas, estabelecendo uma rede de ajuda.

-os testemunhos são forças que inspiram outras ações.



Escrito por claudiopen às 09h13
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AGOSTO – 2015

Tema: Capítulo 5

Ana Teresa/Mario e Beth/Toninho

O pobre, amado por Deus.

 

Troca de ideias sobre o tema

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito dessa questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

Ver julgar e agir no mudo em função do “insignificante, do vulnerável e do frágil”, em nossa sociedade.

O Papa Francisco clama por uma “Igreja para os pobres”.

Bernard Rordorf convida-nos a fazer “com os pobres” ao invés de “para os pobres”.

 

Conforme São Paulo: “Deus escolheu o que é loucura no mundo para confundir os sábios, o que é fraqueza para confundir o que é forte, o que o mundo despreza, acha vil e diz não ter valor. Deus escolheu para destruir o que o mundo pensa que é importante”.

Deus nos ensina ao que de fato devemos dar importância, agir mais pelo serviço e não pela dominação. A todo instante a escuta da palavra nos remete a este modo de agir. Devemos recorrer sempre, incansavelmente ao Espírito Santo para estarmos atentos a estes ensinamentos e valores.

Quem é o insignificante, frágil e vulnerável? É para este olhar, julgar e agir que devemos recorrer ao Espírito Santo. Não só sua condição material, mas o ser humano em todas as suas condições. São inúmeras as situações de vulnerabilidade do ser humano perante os conceitos de valor da sociedade atual.

Quem são os pobres? O fraco, o desprezado, aquele que não tem valor, o que não tem poder perante os valores da sociedade. A todo momento devemos ter este modo de julgar e agir. Como afirmou o papa João Paulo II, ser a voz daqueles que não podem falar ou são calados, mas, sobretudo criar espaços e condições para que eles mesmos possam se pronunciar. No dia a dia, ouvir aquele que está ao nosso lado, no nosso trabalho nos nossos afazeres. Fazer com eles é o grande desafio!

Despertar-lhes a auto estima e sentimento real de que são voz ativa na sociedade. Transformar a sociedade que nos cerca? Somente através de exemplos e ações como vem fortemente fazendo o Papa Francisco, revertendo a abordagem de agir pelos centros de decisão e do poder, mas pela periferia da existência.

 

 

 

Para a troca de ideias o Autor sugere tomarmos como ponto de partida dois tesouros espirituais o VERBO – “Escuta da Palavra” e o Espirito Santo, quando incorporados no amago de nossa existência torna-nos revestidos de uma riqueza espiritual incalculável que nos faz próximos de Deus. Paradoxalmente esses tesouros são invisíveis ao olho humano, desprezada e não valorizado pelo mundo, tido como indícios de loucura e confusão mental pelos sábios.

Nosso Senhor, nas bem-aventuranças, diz algo esclarecedor: “bem-aventurados os pobres, porque verão a Deus”. Ser pobre é, pois, colocar-se em posição de contemplação. Mais tarde Jesus vai ainda dizer: “Pai, dou-te graças porque revelaste estas coisas aos pequenos e as escondeste dos soberbos”. Observemos melhor este paradoxo. O pobre não se caracteriza simplesmente por nada ter; é, antes, aquele que não se apega ao que tem e, por isso, dá tudo. Depois, o homem pobre sabe-se pobre e disto nasce-lhe uma atitude de abertura a um Outro, de quem possa receber algo. Esta consideração da própria pobreza é uma apreciação verdadeira de si mesmo. Daí Sta. Teresa D'Ávila dizer que a humildade é a verdade, o que nunca é demais repetir. O pobre é ainda aquele que ama a pobreza, pois é graças a ela que o Outro pode vir dar-lhe o que lhe falta. Esta espera implica uma constante abertura ao que vem do Outro, o que resulta também que o pobre nunca se busca a si mesmo. A pobreza ordena, pois, o homem, o submetendo ao seu fim último que é Deus. Ao não se buscar a si mesmo, o homem passa a apreciar as coisas com objetividade. Compreende que Deus está sobre tudo... O soberbo, porém, nada sabe, embora ache saber tudo. Sendo miserável, vê-se rico. As falsas luzes projetadas sobre si mesmo cegam-no. Disto nasce uma falsa ternura pelo próprio corpo e pelas próprias preferências, o que faz com que sua apreciação dos eventos e dos seres seja sempre afetada. O homem soberbo não espera de um Outro; busca-se somente a si mesmo e isto lhe fecha diante de Deus. Torna-se impermeável à graça. Nele não há a gratuidade nem a leveza do pobre. É um embotado, um sujeito grosseiro, a quem escapam as minuciosidades da vida. É o homem sensual, distraído com as próprias futilidades, enlameado na lavagem que devora. Pensando-se super, a ele bem se aplica a pergunta de Deus feita ao homem nos diálogos de Sta. Catarina de Sena: “Oh homem, foste criado como irmão dos anjos e te tornaste vil animal; onde está a tua dignidade? ” Deus resiste aos soberbos, mas dá-se aos humildes. Os soberbos serão humilhados, pois será revelada a sua indigência; já os pobres, que mantêm os olhos constantemente elevados à grandeza do firmamento, ser-lhes-á concedido o que esperam, e serão exaltados. Enquanto diz o pobre: “Mais que a terra seca anseia pela chuva, a minh'alma suspira por Ti”, o Céu responde: “Deleita-te, então, pois quem busca encontra...” Grande coisa é a pobreza; virtude de reis e senhores. Já dizia Sta. Teresa que ser pobre é assenhorar-se, e isto nem sequer significa uma promessa de recompensa vindoura pelo fazer-se pequeno, mas antes, mostra que as coisas, diante de um pobre, obedecem-lhe e se revelam a ele tais quais são. E aqui está a última característica que quero tratar, por ora, a este respeito: A verdade não é algo que se busque friamente, como um pesquisador que se debruça sobre um objeto inerte. Há nela algo de revelado; ela responde à atitude de quem a busca; sonda o coração, e dá-se ao que a ama verdadeiramente. O soberbo, ainda que saiba repetir conceitos e fórmulas, não lhe penetra a substância, não prova o vinho contido no cerne da Verdade; não a compreende, embora afirme que a possui. O amor, a verdade, as luzes infinitas não lhe encantam e não passam de um conceito distante e obscuro aos seus olhos. Ao pobre, porém, é dado beber na adega, na solidão com Aquele que se dá, cujo amor é mais saboroso que o vinho e a Verdade mais resplandecente que o Sol. Só para ilustrar tudo isto que digo, cito o exemplo de S. Bento José Labré. Um dos santos mais pobres da Igreja de Cristo. Dele se diz que possuía o conhecimento infuso das Sagradas Escrituras. Não obstante, se interessava pelas mais modestas aulas de catecismo ministradas às crianças. Assistia atento e, suponho, encantava-se com aquilo que, aos olhos soberbos, seriam apenas alguns conceitos ingênuos... Para ele, porém, aquelas simples palavras eram espírito e vida; muito provavelmente, o seu coração ardia com o mesmo fogo prometido pelo Esposo: “eu vim trazer fogo à terra”. Na consumação da pobreza, a plenitude da Verdade: “naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma”. Bendita seja para sempre a Santa Pobreza, esposa de Cristo, porta pela qual nos chega, livremente, a luz da eternidade e da contemplação do Verbo.

 

 

Autor: Fábio Graa.



Escrito por claudiopen às 09h12
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Elisabeth/Antonio

O respeito da pessoa humana

1-    Ter Fé, é perceber com um olhar novo as obras de Cristo. A fé obriga cada um de nós a tornar-se sinal vivo da presença de Cristo, (identificando os sinais dos tempos na história).

2-    Entendemos que o conhecimento da nossa fé, alimentada pela Escuta da Palavra, é essencial para aderirmos e assumirmos o que a Igreja nos propõem. Sabemos que muitas pessoas, embora não reconhecendo o dom da fé, buscam um sentido de verdade que as conduz para Deus, estando a serviço do outro. Neste contexto, somos chamados a dar testemunho do ser cristão. Reconhecendo Jesus vivo e presente na nossa vida, traçamos a nossa história.

3-    Nossa conduta frente a sociedade, valorizando nossa comunidade, tendo como regra de vida o respeito ao outro e a sua dignidade humana, com obediência a Palavra.

4-    Entender que o rosto de Cristo também está espelhado predominantemente no rosto do menor de nossos irmãos, exercitar com caridade a nossa fé, “como sinal de reconciliação definitiva com o Pai” (Bento XVI).

Jesus ao atender aos nossos clamores sempre chega a nós perguntando: “O que você quer que eu faça por você”? É concebível a nossa petição quando primaziamos o respeito a vida no apaziguamento das dores físicas ou morais.



Escrito por claudiopen às 18h56
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Vicélia/Luiz Carlos

O respeito da pessoa humana

 

1 – Sentimos nossa responsabilidade como cristãos engajados diante dos ataques à dignidade humana? De que maneira pensamos em reagir de forma sensata?

Uma vez mais, este tema nos levou a encarar a nossa responsabilidade na defesa da dignidade humana. Procuramos não desrespeitar a dignidade dos nossos irmãos com quem convivemos – ao contrário, procuramos trata-los com igualdade e fraternidade –, mas não nos manifestamos formalmente diante de ameaças sociais e políticas à dignidade humana, a não ser em conversas de que participamos e nas quais essas ameaças aparecem como assunto.

 

2 – Jean Vanier pensa que “em nossas sociedades, confundimos frequentemente o bem com o sucesso”. Essa confusão não nos leva, às vezes, a olhar o outro por aquilo que ele representa ao invés daquilo que ele é? A considerar o outro não como uma finalidade, mas como um meio?

Nós não fazemos essa confusão, somos críticos em relação aos proeminentes. Mas temos que reconhecer que a maioria das pessoas no nosso país se deixa impressionar pelas pessoas “bem sucedidas” e não valorizam os simples, os humildes e os especiais.

 

3 – No debate sobre o respeito absoluto e primário da vida humana, seria concebível que o apaziguamento das dores físicas ou morais, geradas por uma longa e grave doença, pudesse sobrepor-se ao respeito pela vida?

Não é concebível que se abrevie uma vida por uma razão hedonista (não querer sofrer física ou moralmente); por outro lado é um desrespeito à pessoa humana alongar artificialmente a sua vida em caso de doença incurável, ou curável apenas com sacrifício humanamente não exigível do doente e/ou de seus familiares.

A morte é humana; e em muitos casos por não se aceitar a morte, a própria ou de um familiar, se posterga desumanamente uma morte que deveria ter ocorrido dignamente em um momento anterior.



Escrito por claudiopen às 16h16
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Cleide/Duílio e Ana Teresa/Mário

O respeito da pessoa humana

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito desta questão (o respeito a questão humana) e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

O homem como criatura, tem sido vitima de todo o tipo de ataque, ataque principalmente a sua concepção para o amor, e é por ai que nós devemos nos quiar. É da palavra do Evangelho que devemos tirar as lições de amor, e através da luz do Espirito Santo  que podemos obter discernimento e sabedoria para entender e reagir. Deixar-se guiar pelo Espirito Santo não é algo passivo, devemos estar atentos para agir e reagir, para todas estas atitudes, precisamos do dom do Espirito Santos. Para cada momento uma inspiração será necessária. Jesus nos encoraja “sede perfeitos, como meu Pai Celeste é perfeito”. Nos anima nos ínsita a todos sermos santos, buscar a perfeição através da intimidade com Deus, ontem nos lembrou a oferecer o outro lado do rosto, ou seja não cair na tentação dos valores e justiça dos homens. Mais uma vez a buscar a luz do Espirito Santo, para sabermos como agir no dia a dia, na rua, no trabalho, na sociedade.

Sentimos nossa responsabilidade como cristãos engajados diante dos ataques à dignidade humana? De que maneira pensamos em reagir de forma sensata?

Mostramo-nos indignados em certas situações que ao nosso ver, ferem a dignidade humana. Sentimos que é importante desenvolver uma profunda sensibilidade de identificação de situações do cotidiano, que também ferem a dignidade humana. O quanto precisamos da prática do exame de consciência para nos sensibilizar a nossa responsabilidade ao respeito do outro ser humano. Devemos ficar atentos a não compartilhar e/ou concordar com os que excluem outras pessoas da condição humana.

Devemos ser mais cuidadosos/críticos com relação a quantidade e qualidade das informações de chegam as nós, por diversos canais. E principalmente nos cuidarmos para não reagirmos ao primeiro impulso.

Devemos nos cuidar também, na medida em que nos manifestamos, de forma rude, em gestos, palavras e silêncio, com outras pessoas, fruto de um mau dia ou dificuldade de solução de algum problema pessoal. Isso retira o outro da condição humana de manifestar.

Jean Vanier pensa “em nossas sociedades, confundimos frequentemente o bem com o sucesso”. Essa confusão não nos leva, às vezes, a olhar o outro por aquilo que ele representa ao invés daquilo que ele é? A considerar o outro não como uma finalidade mas como um meio?

Sim, quantas vezes somos atraídos a ver primeiro o rótulo, o título, o prestigio, a posição social do individuo, para criarmos um julgamento ou um relacionamento. Somos arrebatados pelas aparências. Precisamos da graça do Espirito Santo e a Palavra do Evangelho, para não ficarmos cegos a realidade. Ofuscados pelas aparências sociais. Quanto mais nos colocarmos respeitosos e responsáveis diante da vida, mais estaremos sensíveis as manifestações do outro. Ao pedir a Deus, seu amor conosco, nos torna pessoas melhores, capazes de identificar o ser humano, na pessoa.

 

 

No debate sobre o respeito absoluto e primário da vida humana, seria concebível que o apaziguamento das dores físicas ou morais, geradas por uma longa e grave doença, pudesse sobrepor-se ao respeito pela vida?

Não temos a palavra final, a nossa posição é pela defesa da vida. A eutanásia, não é uma solução proposta pelo Cristo, em nenhum momento no Evangelho, incluindo os Profetas no antigo testamento.

Em principio somos contra o  aborto, pela supremacia da vida. Não podemos porém nos furtar a complexidade das situações criticas, que se apresentam nos cenários de relacionamento humano.

Devemos não importa a circunstância, garantir, o máximo possível, o respeito e a qualidade de vida, para tal abastecendo-nos da Palavra e do exemplo de vida. Colocar-se nas mãos de Deus.



Escrito por claudiopen às 11h32
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Sonia/Cláudio e Ana Maria/Sílvio

O respeito da pessoa humana

 

1.    Em que a Escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito dessa questão, e a encontrar os sinais do tempo?

A Escuta da palavra ajuda a interiorização da pessoa consigo, com o cônjuge e família. Mas não só elas. Conversas com filhos e amigos, leituras, viagens, filmes também nos ajudam a perceber sinais dos tempos.

2.    Sentimos nossa responsabilidade como cristãos engajados diante dos ataques à dignidade humana? De que maneira pensamos em reagir de forma sensata?

Achamos que nem tanto. Não temos uma atuação marcante. Repudiamos ataques à dignidade humana. Reforça nossa consciência das obrigações que temos com nossos semelhantes em busca da dignidade humana para todos. Ao mesmo tempo exercitamos a consciência de nossos limites que condicionam nossas ações concretas. No dia a dia somos confrontados com situações de injustiça que fogem ao nosso controle o que nos deixa angustiados, por outro lado, agimos em situações que demandam nossas competências, no combate das injustiças.

3.    “Em nossas sociedades confundimos frequentemente o bem com o sucesso?” Olhamos o outro por aquilo que ele representa ao invés daquilo que ele é? A considerar o outro não como uma finalidade, mas como um meio?

“O homem vale por aquilo que é, e não apenas por aquilo que tem ou por aquilo que faz.” Acho que muitas vezes olhamos o outro por aquilo que ele representa. Muitas vezes no fiamos às aparências. É um alerta para que olhemos para o ser humano por aquilo que ele e pela sua essência e pelo seu caráter. Às vezes o cargo, o dinheiro, a posição social ofusca a nossa visão e o nosso coração. Na maioria das vezes somos beneficiados em maior grau do que as pessoas que ajudamos. Nossos atos provocam nosso crescimento no amor de Deus, percebemos, na maioria das vezes, que nossos atos de auxilio mudam para melhor nossa visão da realidade que nos cerca. A nossa forma de encarar as coisas muda para melhor. Nosso poder de análise fica potencializado pela nossa sensibilidade na análise.

4.    Seria concebível que o apaziguamento das dores físicas ou morais geradas por uma longa e grave doença, pudesse sobrepor-se ao respeito pela vida?

A resposta seria não porque o respeito pela vida deve sobrepor-se sobre o apaziguamento das dores físicas ou morais, porém nunca passamos por situações limites de uma grave doença e as consequências psicológicas para a própria pessoa e para os familiares. Acreditamos que a fé e a vivência da espiritualidade ajudem as pessoas a enfrentarem esses momentos difíceis. Devemos aceitar que há situações em que é preciso deixar a natureza seguir seu curso, ou seja, saber que é chegada a hora da morte.



Escrito por claudiopen às 15h47
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MAIO – 2015

Tema: Capítulo3

Beth/Toninho e Sonia/Cláudio

Construir a Civilização do Amor

Respostas ao Tema:

-O verdadeiro amor conjugal não é limitado ou impedido pela instituição do casamento, e seu dinamismo não é obstruído, nem limitado, nem fechado...

Deus nos deu o “livre arbítrio”. Deus rege o casal na vivência do sacramento do matrimônio desde que o casal, segundo seu arbítrio, o permita. Amadurecendo através dessa convivência, o amor torna-se ilimitado. A expressão “verdadeiro amor” não faz sentido se considerarmos que o falso amor não é amor.

-A fidelidade de um casal não resulta de uma imposição, mas da vontade de fundar um projeto de vida para todo o tempo.

O amor fomentado pela confiança torna-se a base dessa relação de amor. Através da nossa confiança em Deus exercemos nosso livre arbítrio, desenvolvendo nosso amor.

Deus não nos faz nenhuma imposição; a opção por seu amor é uma iniciativa de cada um. Essa opção consciente desenvolve muito o amor conjugal, fortalecendo-o.

Uma ilustração dessa relação foi dada por São Francisco com a frase: “morrer no Eu, morrer no Tu para viver no Nós!”

-Amor conjugal, promessa de outra Felicidade.

“Feliz quem não segue o conselho dos maus, mas na Lei do Senhor encontra sua alegria e nela medita dia e noite. (Salmo 1)



Escrito por claudiopen às 20h02
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MAIO – 2015

Tema: Capítulo3

Cleide/Duílio e Ana Maria/Sílvio

Construir a Civilização do Amor

Respostas aos questionamentos do Livro TEMA

 

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo, podem ajudar-nos a discernir a respeito dessa questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

A escuta deve levar a meditação para que possa discernir e pensar nos frutos: amor, tranquilidade, paz, generosidade, etc.

Para tanto precisamos silêncio e vida interior.

Pela experiência da palavra, devemos ganhar condições de interioridade, isto é, abertura de canais para fluir as graças do sacramento. Esta é condição para crescimento espiritual do casal.

Podemos atualizar continuamente esta dádiva, que é o plano de amor de Deus.

Isto nos fortalece para fazer frente às falsas ideias do amor. Tais como a idéia do amor ligada ao domínio e poder que destroem o outro.

1. O verdadeiro amor conjugal não é limitado ou impedido pela instituição do casamento, nem seu dinamismo.

            Pelas graças do casamento, pela intervenção do Espírito Santo e pela Palavra, surgem a força e a inspiração ao sacramento do casamento. O nosso amor tem origem em Deus. As outras versões do amor enquanto paixões, tem origem no individualismo, no egoísmo, no consumismo e no poder voltado para o domínio.

2. A fidelidade de um casal não resulta de uma imposição, mas da vontade de fundar um projeto de vida para todo o tempo.

            A escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo, ajudam a alicerçar a instituição do casamento, pelo aprofundamento do ato do verdadeiro amor, que como fruto, gera o amor conjugal e que permite ao casal, enxergar e agir em função das coisas mundanas, tomando por base a Palavra do Evangelho e sendo auxiliado, na resistência às tentações do mundo, pela luz do Espirito Santo. À medida que isso ocorre, serve de exemplo à comunidade e ao pequeno mundo que nos rodeia.

            O amor conjugal provem de outra Felicidade ( Pe. Caffarel)

            Sem dúvida, ao longo dos anos, ela perde sua vivacidade e alegria dos primeiros dias, mas isso resulta em uma lucidez, uma profundidade, uma solidez que o amor não poderia conhecer em seu tempo de primavera.

            O amor conjugal nas estações do ano da vida a dois, é esse desejo de busca da felicidade conjugal, permeado pela Palavra e iluminado pelo Espírito Santo, permite que o casal seja menos corrompido pelo mundo e consiga pela oração a santidade desejada.

            Como no cotidiano um cônjuge auxilia ao outro a cada vez mais aproximar-se do amor de Deus.



Escrito por claudiopen às 20h00
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MAIO – 2015

Tema: Capítulo3

Vicélia/Luiz Carlos e Teresa/Mário

Construir a Civilização do Amor

1.

O mundo hoje entende o casamento como uma amarra, uma restrição, um impedimento à “liberdade”, como uma instituição que limita. O verdadeiro amor conjugal transcende a limitações, obstruções ou quaisquer conceitos da vida humana. Para nós, cristãos, ele provém de DEUS, nos leva a Ele, nos foi presenteado como uma dádiva. Sim, o amor que circula e une o homem e a mulher tal como criações Divinas a sua semelhança é o amor que circula Nele.

Não é a instituição que limita/destrói o amor conjugal. O que o limita são nossas fragilidades humanas que vem do nosso temperamento, da nossa história, das nossas dificuldades, das situações pelas quais passamos e da maneira como vivemos essas situações.

Crescer no amor significa reduzir essas fragilidade e restrições humanas, o que só se consegue com o esforço pessoal e conjugal, mas também pela graça de Deus. Só somos capazes de amar na medida em que deixamos Deus nos amar e amar através de nós.

É preciso ter uma consciência vivencial desse amor de Deus em nós. Assim, para progredir no amor precisamos pedir a graça do amor, lembrando que a fonte privilegiada que os casais têm é o Sacramento do Matrimônio – precisamos saber utiliza-lo, isto é, torna-lo útil no nosso dia a dia.

Precisamos desenvolver uma forma de apresentar isso nos tempos de hoje, a começar do preceito básico de Deus para a felicidade no relacionamento conjugal [Gênesis 2, 24: “por isso o homem deixará seu pai e sua mão, se unirá à sua esposa e os dois serão uma só carne.”].

A Escuta da Palavra alimenta a nossa fé e nos mantém ligados a Deus e nos dá a consciência da necessidade que temos da Sua graça.

É o Espírito Santo, o Amor de Deus. Que nos capacita para o amor, nos curando, nos santificando, nos abrindo ao outro e ao mundo, nos fazendo perceber a necessidade de testemunhar a grandeza do amor conjugal.

 

2.

Nos tempos atuais a infidelidade conjugal não é mais praticada principalmente pelos homens; também as mulheres na nossa cultura são igualmente infiéis hoje em dia. A fidelidade hoje em dia não é vista como um valor. O que se percebe é que a infidelidade não é duradoura nos verdadeiros relacionamentos conjugais. Nesses relacionamentos não se suporta mais do cônjuge para manter um casamento de fachada.

O Evangelho de Jesus Cristo veio estabelecer o casamento como um projeto para toda a vida.

O projeto de vida de um casal cristão é levar um ao outro para a santidade isto pressupõe compromisso, cumplicidade.

A fidelidade também deve ser vislumbrada quanto aos planos de vida traçados na realização do matrimônio e ao longo de sua vida como realização de planos, conceitos de felicidade.

Fidelidade também com os projetos diários do dia a dia, com as decisões, realização de compromissos, etc.

E como é que isso acontece pela Palavra de Deus? Jesus nos detalha essa questão nos capítulos 14 e 15 do Evangelho segundo São João.

Primeiro discernir: o que Jesus disse. O casamento não é como a lei de Moisés estabeleceu (permitindo ao homem dar carta de divórcio). “Não separe o homem o que Deus uniu”.

Só não é separável a relação que se nutre e se funda no amor de Deus.

O próprio mundo de hoje já deu uma resposta: não é mais possível manter um relacionamento conjugal verdadeiro com um(a) infiel. Dito de outra maneira: se queremos ter um relacionamento duradouro não podemos admitir a infidelidade.

O que se precisa mostrar para o mundo é que a felicidade está em uma relação conjugal duradoura.

 

3.

A felicidade hoje em dia é alardeada baseando-se em usufruir e aproveitar o momento, é promovida em função do amor próprio, do ter, do conquistar, vencer, totalmente baseada em valores extremamente efêmeros.

O Pe. Caffarel nos diz que a felicidade que nasce de uma boa convivência conjugal – entenda-se: fundada no amor (Amor) – é uma antecipação da felicidade perfeita.

O que Deus quer é que sejamos felizes e tenhamos vida plena [Jo 10, 10].

A Palavra de Deus nos ajuda a acreditar que a vida não acaba com a morte; que existe uma continuidade na nossa vida, a qual, pela nossa fé e pela promessa de Deus, vai ser a felicidade completa, quando estivermos em Deus plenamente.

Anunciar tudo isso ao mundo atual não passa só pelo discurso, mas sobretudo pelo testemunho, pelo jeito de ser do casal percebido pelos outros [“Vejam como eles se amam.”]. Aí a resposta estará ajustada aos tempos atuais. O testemunho genuíno é sempre ajustado ao contexto.

A Felicidade do casal fundamentada no amor conjugal deve ser o verdadeiro testemunho para o mundo de hoje, para a construção da civilização do Amor.



Escrito por claudiopen às 19h59
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ABRIL – 2015

Tema: Capítulo2

Beth/Toninho e Ana Maria/Sílvio

Olhar para mundo em Transformação

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

  1. Escuta da Palavra com a iluminação do Espirito Santo pode ajudarnos a discernir a respeito das transformações do mundo.

    1. A palavra de Deus é sempre atual, mesmo com as transformações do mundo

    2. O Espirito Santo nos ajuda a ver claramente todas as coisas

    3. O fato de a palavra ser perene nos dá segurança apesar das transformações (os céus e a Terra passarão mas minhas palavras não passarão…)

  2. Só há progresso com o desenvolvimento ético.

    1. A ética nos dá uma garantia de que os frutos do progresso serão utilizados para o bem da sociedade.

    2. Observamos que acontecem situações exatamente contrárias, o que é sinal de que não há preocupação com o desenvolvimento ético.

  3. Atitudes que difundem falsas imagens de Deus

    1. Deus vingativo (isto vem da formação infantile: Deus castiga!!!)

    2. Deus Professor de moral (é o format que se encaixa nas pessoas que querem manuais de regras…)

    3. Deus da ordem lógica e racional (para mim uma imagem próxima da realidade, pois mostra um Deus que preparou o mundo para seus filhos)

    4. Deus da ordem social.



Escrito por claudiopen às 21h10
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ABRIL – 2015

Tema: Capítulo2

Cleide/Duílio e Vicélia/Luiz Carlos

Olhar para mundo em Transformação

 

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito desta questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

A escuta da palavra nos dá força para discernir e assumir a responsabilidade de participar da continuidade da Criação. A meditação constante da palavra de Deus, nos ajuda a neutralizar o espirito de malícia e de maldade.

A escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo ajudam a olhar o mundo com o olhar de Deus, ou seja: com fé, esperança e amor. Ela dá um balizamento, estabelece as bases para o discernimento e para a nossa conduta.

Desenvolvem em nós a serenidade diante dos problemas, a aceitação das situações sem nos revoltarmos e a perseverança para trabalharmos na solução desses problemas e situações.

 

- Nossa capacidade de transformar e criar o mundo pelo nosso trabalho a partir da dádiva inicial feita por Deus (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, nº460).

Identificar como o nosso trabalho confirma a presença do Deus Criador.

Ter consciência de quanto o nosso trabalho está ligado a este convite a participar da transformação do mundo, ajudando a completar a Criação.

Estar atento de que a ideia de transformação é abrir possibilidades diante do que se apresenta no cotidiano.

O Evangelho nos dá os critérios que orientarão o nosso discernimento e a nossa ação. E do Espírito Santo recebemos os dons da Fé, da Esperança e do Amor para olharmos o mundo e trabalharmos na sua transformação.

 

 

“Se ao progresso técnico não corresponde um progresso na formação ética do homem ... não é um progresso ...”. Que reflexões essa afirmação desperta em nós?

O progresso técnico exige a aplicação da ética na sua utilização concreta

Questões que se colocam sobre o progresso:

Confrontar o progresso técnico, científico, com a qualidade de vida.

Quem tem direito a este progresso?

A questão ética das pesquisas, p. ex. biotecnologia.

O progresso vinculado somente ao lucro e ao poder de manipulação da vida.

Precisamos ter consciência ética, ou seja, termos nossas posições e opiniões e fazermos os nossos julgamentos com a consciência de que o fazemos a partir de uma ética fundada no Evangelho. E de tempos em tempos questionar se nossa ética é cristã.

 

 

- Que atitudes ou comportamentos, como sugere o Padre Caffarel, difundem falsas imagens de Deus, gerando em nossa volta certo ateísmo?

  1. Uma atitude moralista;

  2. Uma atitude espiritualista desencarnada da realidade, ou dito de uma outra maneira: de uma religiosidade que não corresponde aos anseios do homem atual;

  3. A incoerência entre fé e vida (falta de amor);

  4. Um discurso, uma forma de apresentar que não encontra eco no coração das pessoas.

Para purificarmos a imagem de Deus que expressamos precisamos nos questionar:

O Deus que se revela   X   o Deus que eu desejo   X   o Deus da minha conveniência

O que fazemos em nosso cotidiano, casa, trabalho para estarmos comprometidos com a participação da obra da Criação de Deus?

Aceitamos a consequência de nossas escolhas a uma decisão de Deus?

Aceitamos com paciência e compreensão, uma adversidade?

Queremos que Deus mude nossa história futura, segundo nosso desejo, ou lutamos para mudar nosso futuro possível?



Escrito por claudiopen às 16h25
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ABRIL – 2015

Tema: Capítulo2

Ana Teresa/Mário e Sonia/Cláudio

Olhar para mundo em Transformação

 

 

PARTILHA

Em que nossa oração e escuta da Palavra ajudaram-nos a fazer escolhas em nossa vida diante do Evangelho, e a praticar a esperança diante das mutações de nosso mundo?

 

Nossa regra de vida desenvolve dentro de nós nossa responsabilidade de cristãos neste mundo?

 

A liberdade do homem de escolher entre o bem e o mal não deve ser usada como uma padronização comportamental ou de julgamentos, mas sim na opção de cada um em escolher ser feliz no amor de Deus.

Deus criou o mundo para um estado de caminhada que tem como objetivo a perfeição não só do Homem mas de toda criação.

A capacidade do homem de transformar o mundo corresponde ao desejo de Deus para que ele seja o colaborador de sua obra: ”Aprouve a Deus que o homem fosse o rei da criação”.

Resignar-se, permanecer passivo significa renunciar a ser colaborador de Deus.

Esta capacidade de transformação não deve sucumbir ao espírito da vaidade e da malícia sob pena de modificar a atividade humana ao serviço de Deus e do homem em instrumento do pecado.

TODO HOMEM, DE ACORDO COM O LUGAR E PAPEL QUE EXERCE, TEM SUA PARTE NA PROMOÇÃO DO BEM COMUM.

O PROGRESSO CIENTÍFICO SO E VERDADEIRAMENTE PROGRESSO SE FOR ACOMPANHADO DE UM PROGRESSO ETICO DO SER HUMANO.

A falta deste progresso ético paralelo ao progresso técnico abre espaço para distorções do técnica em favor do mal.

O homem deve tomar o cuidado de não optar por um caminho de progresso e tecnologia que se volte contra sua própria liberdade.

Por exemplo: o homem se torna escravo da tecnologia da comunicação como o celular.

Falsos olhares: a fala pode tentar mas o exemplo arrasta. O comportamento do cristão deve refletir a alegria e o amor de Deus por nós.

O Cristão como agente da transformação deve ter em mente o poder de seu exemplo.

O Cristão deve tomar o cuidado com a imagem que ele passa do Cristo para os demais, esta imagem pode tanto aproximar como afastar.

Falsas imagens:

Deus que vigia e ameaça, Deus que é frio como uma ideia e decepcionante como um sistema e de um Deus  atrelado ao poder institucional ou econômico.

Deus bonzinho que atenderia como “pronto – socorro” pode causar decepção e levar a um afastamento e favorecer ao ateísmo.

Capacidade transformar o mundo: Por vezes de forma inconsciente e indireta embasam nossas ações a Palavra e a ação do Espírito Santo e são fundamentais. Mas também de forma consciente devemos refletir sobre as ferramentas ao nosso alcance para implementar o desenvolvimento da ética que acompanha o progresso. Podemos notar essas ferramentas em nosso comportamento e no “combate” que fazemos contra os desvios desta ética. O desenvolvimento destas ferramentas é subsidiado pela escuta da palavra, convivência dentro de nossa equipe e leitura de textos/trabalhos que tragam esta orientação.

Atitudes que podem gerar ateísmo: Atitudes de corporativismo, de auto suficiência, exibicionismo, farisaísmo, atitudes preconceituosas, falta de autenticidade.



Escrito por claudiopen às 16h24
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MARÇO – 2015

Tema: Capítulo1

Sonia/Cláudio e Vicélia/Luiz Carlos

Olhar para o mundo de forma positiva


Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito desta questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

A escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo ajudam a olhar o mundo com o olhar de Deus, ou seja: com fé, esperança e amor. Ela dá um balizamento, estabelece as bases para o discernimento e para a nossa conduta.

Desenvolve em nós a serenidade diante dos problemas, a aceitação das situações sem nos revoltarmos e a perseverança para trabalharmos na solução desses problemas e situações.

 

- O conflito entre o progresso da humanidade e o progresso da fé em Deus: uma construção artificial?

Houve um período em que prevaleceu o mito da maior eficiência das soluções baseadas em parâmetros técnicos/científicos. Estas soluções eram atrapalhadas por aquelas baseadas no amor, porque as soluções técnicas eram consideradas melhores. Com o aumento do nível intelectual das pessoas passou-se a acreditar mais nas soluções científicas do que no amor. Isso fez com que a qualidade de vida da humanidade caísse bastante. A humanidade ficou refém do desenvolvimento tecnológico. Isso é o olhar da humanidade sem amor.

Aparentemente existe esse conflito, mas o progresso da humanidade favorece o progresso da fé e vice-versa.

Na nossa vida esse conflito não existe e não existiu. A nossa progressão como pessoa e o desenvolvimento da nossa fé sempre seguiram juntos.

 

- Qual a relação que devemos estabelecer com o mundo no qual vivemos: escuta? diálogo? condenação? ação? Quais são os eventos concretos em sua vida?

Uma relação de escuta, de diálogo, de reflexão e de ação, relação essa que por sua vez faz crescer a conscientização do nosso olhar.

Essa relação se manifesta na família, na paróquia, com os amigos, ou seja em todos os ambientes em que vivemos.

Procuramos uma relação de escuta, de abertura, de procurar conhecer a realidade.

Os eventos concretos na nossa vida são as decisões que temos que tomar, as atitudes que temos que ter nas diversas situações da vida.

O fato de olharmos o mundo com olhar positivo não nos exime de fazer um discernimento para poder acolher o que é bom e rejeitar o que é ruim de acordo com nossos valores e princípios.

 

- Como a fé, a esperança e amor podem transformar nossa visão de mundo?

Fé, esperança e amor são agentes transformadores.

A Fé nos transforma fazendo com que vejamos o mundo através do olhar do amor.

A Esperança nos segura para que não desistamos.

E o Amor nos instrumentaliza para uma vivência mais completa, de corpo e alma.

Essas três virtudes podem transformar a maneira como olhamos o mundo fazendo com que o nosso olhar seja o olhar de Deus, permitindo o nosso discernimento.



Escrito por claudiopen às 21h52
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MARÇO – 2015

Tema: Capítulo1

Beth/Toninho e Cleide/Duílio

Olhar para mundo de forma positiva

I A Palavra de Deus.

             Assim como fez com o Profeta Abraão, Deus nos chama e realiza promessas. Abraão nos dá a lição de obediência e confiança no amor de Deus. A Palavra e a fé nos impulsionam para vida nova.

II – Discernir os sinais dos tempos.

             Este capítulo pede nosso questionamento, sobre os sinais que o mundo atual nos dá sobre o papel do homem, e sentido da dignidade humana. Discernir os sinais, tendo como referência a palavra de Deus. A Palavra nos toca,nos incomoda e empurra-nos. É força de renovação.

             Qual é o sinal de Deus – sua presença nos dias atuais?

             - Cautela contra as formas de pessimismo e derrotismo.

             - Rever nossos julgamentos e posicionamentos.

             - Testemunhar – sair à procura do outro.

             - Ser cristão é arriscar-se, expor-se com confiança no amor de Deus.

             - Escutar os sinais dos tempos e interpretar à luz do Evangelho.

             - Ler, conhecer e compreender com mais profundidade o mundo em que vivemos.

III – Deus criou o homem para ser seu parceiro neste mundo.

  1. Rápidas e profundas transformações.

             Como temos vivido nossa missão e dever de investigar os sinais dos tempos? E interpretá-los segundo a Palavra de Deus?

             Rápidas e profundas transformações, alimentam  o nosso pensar, nosso desejar e nosso agir, tanto individual, como coletivo. Estas transformações rápidas e profundas refletem em nossa vida religiosa.

             Vivemos forças antagônicas, nossas palavras e conceitos estão submetidos a diversas ideologias.

  1. Ver Deus agindo no mundo.

              Enxergar o mundo integrando a lógica da fé e a lógica do mundo.

  1. Viver com os olhos de Deus, é olhar o mundo com esperança.

             Como ajudamos os outros, e como outras pessoas nos ajudam a ver o mundo com esperança, com confiança?

  TROCA DE IDEIAS SOBRE O TEMA.

             Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo, pode nos ajudar a discernir a respeito desta questão? E a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

             A palavra de Deus nos dá força e confiança, para as adversidades e entendimentos que o mundo de hoje nos apresenta. Ela nos encaminha para uma compreensão amorosa das ações e das reações do ser humano, possibilitando que possamos crescer e ajudar a crescer, na relação, no cuidado do outro.

             Qual é a relação que devemos estabelecer com o mundo no qual vivemos: Escuta?  Dialogo?  Condenação?  Ação?  Quais são os eventos concretos em sua vida?

             Este questionamento nos mostra, da nossa dificuldade, em, de fato, escutar o outro. Temos que ter o cuidado de escutar o outro pela perspectiva do outro. Temos que cuidar para que não tornemos o outro, objeto de nosso desejo de supremacia intelectual. Temos que ter humildade e caridade no ouvir, para que, sumariamente, não julguemos e condenemos o outro, sem o profundo entendimento, sem a compreensão do contexto das ações e do exposto pelo outro.

              A atividade da leitura da palavra é uma força para exercer a escuta do outro.

Eventos  Concretos:

             Antecipo minha lógica de colocação da palavra, para não escutar o outro de forma verdadeira.

             Olhar a ação do outro pelo lado negativo.

             Fazer uso de humor, como forma de negativar o outro, com o uso de preconceitos desumanos.

             Em um momento de raiva, de profunda decepção, decidir-se pela ação máxima de morte, de negação da vida.

                        Cuidar das palavras que a gente emite para o outro. Palavras maldosas, impetuosas doem fisicamente, afetivamente e repercutem  profundamente nas nossas relações.



Escrito por claudiopen às 21h43
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MARÇO – 2015

Tema: Capítulo1


Ana Teresa/Mário e Ana Maria/Sílvio

 Olhar Para o mundo de forma positiva

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

  1. A necessidade da Fé: A saída de Abraão traz um paralelo às nossas situações de vida quando precisamos tomar uma decisão não totalmente estruturada, informada. Se não tivermos Fé dificilmente partimos para um future desconhecido.

  2. Arriscar-se na busca do outro – que não semelhante a nós – acaba não acontecendo porque está fora de nossa convivência. O que é possível é a procura de pessoas desconhecidas, mesmo quando não nos é confortável.

  3. Fatores mencionados por João XXIII que evidenciavam os sinais dos tempos:

  1. Ascensão das massas (crescimento politico-econômico das classes mais desfavorecidas);

  2. Participação das mulheres no mercado de trabalho;

  3. Fim dos povos dominados e dominadores (referindo-se às colonias africanas e asiaticas pertencentes às metropoles européias);

  4. Impacto das telecomunicações (na época radio e TV);

  5. Urbanização dos povos.

  1. Sim, existe um conflito entre o progresso da humanidade e o progresso da fé em Deus quando vemos em nosso cotidiano o isolamento das pessoas, a enorme oportunidade de dispersão de interesses, as inúmeras possibilidades de violência, até aprendizado de valores materialistas, o crescimento desmedido da riqueza e do sentimento de autosuficiência.

  2. Não existe o conflito mencionado quando, por exemplo utilizamos a tecnologia para nos comunicarmos, estarmos presentes em situações, para ter acesso às informações, leituras, palestras que nos trazem valores positivos. Outro exemplo, a busca de melhorias nas áreas de saúde, educação, segurança, bem-estar, respeito aos direitos humanos, etc.

  3. Cremos que a relação a ser estabelecida com o mundo depende fundamentalmente de nossa participação consciente. Tal participação exige posturas de entendimento, crítica, aceitação, condenação, diálogo. Com relação à ação efetiva bem sempre ela é possível, e às vezes, é necessário permitir que o outro haja.

  4. A Fé, Esperança e o Amor podem transformar nossa visão de mundo através de :

    1. Torna a vivência do cotidiano mais leve;

    2. Passamos a ter uma visão de mundo a partir da entrega  da vida a Deus;

    3. As pessoas que estão a nossa volta sentem um bom ambiente;

    4. Abre novas possibilidades de relacões pessoais e de trabalho.

  5. Enfim, a Escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo nos ajudam a enfrentar as situações do cotidiano, a discernir os sinais dos tempos e a olhar positivamente para o mundo.



Escrito por claudiopen às 21h33
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