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D9ENSSP
 


 

OUTUBRO – 2015

 

Tema: Capítulos 7 e 8

 

Sonia/Cláudio, Ana Maria/Sílvio e Duílio

 

7-Ser discípulo de Cristo hoje.

 

8-A Universalidade da Mensagem de Cristo.

 

 

 

Ser discípulo:

 

Prudência e flexibilidade: tocar a vida sem causar problemas, adaptando-se às situações.

 

Ser desconfiado: ser esperto para acompanhar o que está acontecendo.

 

Quando houver um problema, o ES vai te ajudar. Não se preocupe!

 

A complexidade da nossa sociedade não deve nos assustar, impedindo nosso testemunho.

 

Devemos prestar atenção, escutando os outros, para percebermos que não existe somente a nossa verdade que, caso contrário, passa a ser um slogan.

 

O pessimismo contem o germe da derrota que nos leva a desanimar.

 

Sem esperança não saberíamos ser discípulos de Cristo.

 

Casal cristão, tu és meu orgulho e minha esperança, portador de minha reputação e minha glória. Tu és para o universo a grande razão da esperança....

 

Precisamos de coragem para permitir que esse Deus nos liberte e nos cubra de alegria... Atualmente a coragem é a virtude mais importante que existe.

 

A causa do homem só será servida se o conhecimento estiver unido à consciência.

 

 

 

 RESPOSTAS:

 

 

 

SÉTIMA:

 

Papel: ser testemunhos sendo prudentes e tendo coragem para enfrentar os desafios, confiando na inspiração do ES.

 

Nosso testemunho tem que gerar uma transformação, uma emoção, uma graça, para não ficarmos na mesmice desanimadora. Os Evangélicos capitalizam esse novo apelo, identificando-se com os fiéis através de uma proximidade maior das suas imagens, de um tratamento pessoal.

 

OITAVA:

 

A universalidade implica em que não existe, para Deus, um povo especial. Todos são chamados à salvação.

Nosso testemunho, com prudência/respeito, pode ser uma oportunidade de mostrarmos nossa fé sem violar a liberdade, respeitando os sentimentos. E sem provocar um choque cultural.



Escrito por claudiopen às 18h12
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OUTUBRO – 2015

 

Tema: Capítulos 7 e 8

 

Vicélia/Luiz Carlos, Ana Teresa/Mário/Beth e Toninho

 

7-Ser discípulo de Cristo hoje.

 

8-A Universalidade da Mensagem de Cristo.

 

Tema 7

 

Ser discípulo de Cristo hoje

 

 

 

O Espírito Santo nos ajuda a ter prudência, a estarmos alerta e a deixar que Cristo fale por nós, a ser simples, a ouvir o outro sem renunciar ao testemunho e inspirando-nos a maneira mais adequada de comunicar.

 

 

 

Papéis, missões e responsabilidades o cristão tem na sociedade.

 

Agir de forma concreta para resolver os problemas segundo as exigências de seu particular âmbito de atuação.

 

Testemunhar através de obras.

 

Ter a pessoa humana com o centro do desenvolvimento.

 

Decidir e agir baseados em princípios cristãos.

 

Ser bom cidadão e ser bom cristão.

 

 

 

Lugar da esperança cristã em nosso modo de encarar as realidades do mundo, em nosso modo de ver as outras religiões.

 

A nossa esperança se funda na nossa fé. Se não cultivarmos essa esperança não teremos força para sustentar um testemunho cristão.

 

O casal é o local da esperança e é sinal de esperança.

 

 

 

Se as pessoas não podem perceber em nossa vida uma rajada de liberdade, (nossos textos e sermões) distorcerão o Evangelho que anunciamos. ” Comente o texto de Timothy Radcliffe.

 

Nossa vida tem que ser coerente com o que acreditamos, com o que dizemos e com o que praticamos.

 

Viver de maneira alegre, com paciência, misericórdia e muita perseverança.

 

Ser livre e deixar ser livre. Não ser cativo de esquemas religiosos e morais, mas ter a liberdade de viver a adesão a Cristo.

 

 

 

 

 

Tema 8

 

A universalidade da mensagem de Cristo

 

O alcance universal da mensagem cristã supõe o anúncio a todos os homens de boa vontade. O que representa para nós a “nova evangelização” no seio de nossas sociedades contemporâneas incertas, à procura e em transformação?

 

Uma nova maneira de apresentar o Evangelho de forma que seja aceita e valorizada pelos homens e mulheres de hoje.

 

Anunciada pela postura dos cristãos: acolhimento, serviço, caridade.

 

Representa a evangelização original, a de Cristo – que o Papa Francisco procura fazer a Igreja retomar.

 

 

 

“O anúncio e o testemunho de Cristo quando feitos no respeito das consciências não violam a liberdade” (João Paulo II). Que pensam disto?

 

Estamos de acordo. Mas é necessário apresentar a proposta do Evangelho sem comprometê-la.

 

É necessário um preparo para fazer esse anúncio respeitoso, e não capitulativo.

 

 

 

Como compreendemos e vivemos o pensamento de Maskine: “a natureza católica do Cristo, seu poder de unificar as diferentes naturezas de uma maneira que ultrapassa as capacidades de cada uma delas”?

 

Só o amor de Cristo pode unir todos os homens independentemente de sua cor, raça, ideologia, credo, ...

Para vivermos o amor que unifica é necessário um trabalho interior para se libertar das nossas vontades, recalques, trauma, preconceitos, ..., e também para respeitar e acolher os diferentes, os estrangeiros, os de outra raça, os que não creem e os de outro credo.



Escrito por claudiopen às 18h11
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SETEMBRO – 2015

Tema: Capítulo 6

Cleide/Duílio

Estar presente para o outro.

A partir das perguntas propostas pelo tema, tendo como referência:

- o Evangelho Paulo a Filemon, 1-20,

 - Os textos do Papa Francisco,

- Texto Ezequiel 36, 26,

- o Texto de Jean Vanier e a

- análise encaminhada pelo Padre Matias, sobre o Evangelho de Paulo a Filemon.

 ressaltamos os seguintes comentários:

A aceitação da diferença, o acolhimento ao "que não é de nosso time, de nosso país, de nossa cultura...”

- Desenvolver a aceitação da diferença, portanto exercitar o acolhimento do outro, é um grande desafio que se manifesta em nosso cotidiano.

- Como é difícil ver, escutar e acolher o outro da forma como ele se manifesta.

- Porque a diferença nos dói, nos inquieta, nos incomoda.

- Buscar no Evangelho para a força do enfraquecimento de nossas arrogâncias e nosso umbilicamento, de nosso egoismo.

A escuta da Palavra nos fortalece e anima para o enfrentamento destes desafios:

- Ouvir e dar crédito ao outro.

- tentar decifrar os sentimentos presentes nas palavras e nos gestos do outro.

- fazer o esforço da disponibilidade de aprender com o outro.

- Partilhar boas palavras e esperança.

- Desenvolver gestos solidários, ainda que de forma anônima.

- Escutar é igualar-se para que o outro se expresse, mas considerando que somos diferentes dele. Pois se desejarmos sermos iguais a ele, não seremos nem nós, nem ele.

- Para desenvolver uma escuta ativa para com o outro, eu preciso saber ouvir a mim mesmo.

- Somos bons ouvintes de nós mesmos? e de outros? em que situações?

- Como assumimos nossas fragilidades e nossas aptidões no relacionamento com os outros.

- Estamos abertos para o sucesso ou dificuldades do outro.

- Um encontro com o outro não pode ser centrado no poder, mas sim em generosidade.

·      O AMOR - elemento que está no centro da experiência cristã - exige que as nossas comunidades sejam espaços de comunhão, de fraternidade, de acolhimento, sejam quais forem os defeitos dos irmãos. As nossas comunidades têm facilidades em acolher? Como são tratados os "diferentes" ou, então, aqueles que se afastaram ou que cometeram alguma falta? Acolhemo-los com amor, ou marcamo-los toda a vida com o estigma da suspeita e da desconfiança?

·      Na nossa vida somos, às vezes, Onésimo e, às vezes, Filêmon...

·      Paulo não exige abdição da escravidão, mas mostra que ela nunca poderá ser fruto do cristianismo.

Na igreja, o Papa e os Bispos convidam-nos a acolher as pessoas homossexuais e os feridos da vida. Qual é nossa atitude pessoal?

- O evangelho é muito claro sobre a base de relacionamento com nosso próximo, e esta base é o amor e o perdao.

- Nós não temos o direito de julgar e condenar as escolhas diferentes das nossas.

- O outro é nosso irmão na fé, portanto precisamos vê-lo no Senhor, e isso modifica a dimensão do relacionamento humano.

- O amor de Deus Pai, nos torna todos com direito a esta filiação.

·      Para Paulo, o AMOR deverá ser a suprema e insubstituível norma que dirige e condiciona as palavras, os comportamentos e as decisões dos fieis... se Filêmon é, de fato, cristão, é essa a atitude que deve assumir para com Onésimo.

·      O AMOR - elemento que esta no centro de experiência cristã - exige ao cristão o reconhecimento efetivo da IGUALDADE de todas as pessoas, apesar das diferenças da cor da pele, de estatuto social, de sexo, de opções políticas. O meu comportamento para com aqueles que comigo se cruzam é sempre consequente com esta exigência? A cor da pele alguma vez me levou a discriminar alguém? O fato de uma pessoa ser pobre ou rica já alguma vez me levou a tratá-la com mais ou menos consideração? O fato de uma pessoa ser homem ou mulher já alguma vez me levou a dar-lhe mais ou menos importância ou dignidade?

Como pode evoluir a relaçao homem/mulher para construir uma sociedade mais respeitosa de cada um?

- A relação homem/mulher, tem que estar pautada nas suas diferenças e nas suas complementariedades.

- Se não houver uma busca profunda entre os casais de valores comuns e evangélicos, a superficialidade dos meios de comunicação vai arrastar a ambos para a futilidade mundana.

- Precisamos fazer escolhas ante as redes sociais, que ótimas para a comunicação, porém prejudiciais quando nos induzem a escolhas sem critério e nos isolam.

- Precisamos estar atentos aos nossos valores cristãos para termos critérios de nossas escolhas de vida, quanto à participação na comunidade da Igreja, comunidade profissional, na economia, na cultura e na política.



Escrito por claudiopen às 19h23
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SETEMBRO – 2015

Tema: Capítulo 6

Vicélia/Luiz Carlos e Sonia/Cláudio

Estar presente para o outro.

 

Deus fez-se Homem em Jesus para nos ajudar a encontrá-lo em nossos irmãos.

No Senhor: “esta realidade modifica todos os relacionamentos humanos”.

As novas tecnologias não estão ajudando o encontro entre as pessoas.

Contentamo-nos com ver, sem realmente sermos tocados no coração. A visão sensorial tem que se tornar atitude do coração para podermos agir.

Não basta estar conectados, a conexão tem que ser pelo contato do coração.

Na comunicação devemos abrir ao outro um espaço livre onde possa estar a vontade.

 

Acreditamos que a Igreja deva tomar cuidado com o uso dos meios virtuais, que exige habilidades específicas!

Ouvir sem julgar é muito mais difícil do que se imagina. Ouvir é uma atitude muito mais fundamental que escutar, pois é uma comunicação e uma relação.

Devemos ter sensibilidade parra perceber a realidade do outro, de modo a nos colocarmos no lugar dele, notando que era somente sofrimento o que julgávamos orgulho ou agressividade; que era apelo desesperado o que julgávamos indiferença; que era protesto contra mentira o que julgávamos recusa; que era progresso o que julgávamos queda. 

Você nunca me aceitou como eu sou, sempre quis me modificar.

Ele poderia começar, na família, a não falar do filho como de um problema, mas como de um homem que chora.

Deverei ser pobre de mim para me enriquecer com o conhecimento/atendimento das necessidades do outro.

O encontro é uma comunhão de corações, uma dádiva recíproca e gratuita.

Em Cristo deveríamos enxergar que os impuros não são impuros, os possessos não são possessos e os pecadores não são pecadores.

 

 

Respostas:

1-A aceitação da diferença, o acolhimento ao “que não é do nosso time”, de nosso país, de nossa cultura,...

 Nossas dificuldades em aceitá-las, provocadas pela educação que tivemos dentro do ambiente em que fomos criados e pelo contexto em que vivemos atualmente, variam de acordo com essa classificação.

Acreditamos que a Escuta da Palavra e o ES podem nos inspirar para analisarmos nossas limitações, instrumentalizando-nos na sua análise, de forma que tomemos consciência de nossos limites e possamos trabalhá-los.

A dificuldade de encontrar os diferentes, é muito menor do que a de encontrar as pessoas que nos causam medo, repulsa que nos provocam o sentimento de impotência na ação.

2-Na Igreja, o Papa e os Bispos convidam-nos a acolher as pessoas homossexuais e os feridos da vida. Qual é a nossa atitude pessoal?

Aceitamos as diferenças à luz dos nossos limites. Ainda não estamos totalmente preparados para aceitar com naturalidade as manifestações caricaturadas.

3-Como pode evoluir a relação homem/mulher para construir uma sociedade respeitosa de cada um?

Buscamos a inspiração da Escuta da Palavra e do ES para vermos as pessoas através de suas características fundamentais de filhos de Deus, não se deixando levar por aspectos que evidenciem uma separação classificatória.

Homens e mulheres deveriam valorizar mais a educação dentro de valores fundamentais. As mulheres deveriam se dar mais ao respeito, pois se banalizaram muito, perdendo a compostura.



Escrito por claudiopen às 19h22
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SETEMBRO – 2015

Tema: Capítulo 6

Ana Teresa/Mario e Ana Maria/Sílvio

Estar presente para o outro.

 

A carta de São Paulo a Filemon enfatiza que Onésimo será seu representante, ou seja, que ele São Paulo estará presente na casa de Filemon através de Onésimo.

 

1)    Em que a Escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo ajudam-nos a discernir a respeito da aceitação da diferença, o acolhimento ao “quem não é de nosso time”, de nosso país, de nossa cultura?

Através da Palavra foi nos apresentada uma nova perspectiva: “minha capacidade de me fazer semelhante ao outro”. Ao nos tornarmos semelhante ao outro fica mais fácil estar presente para o outro, mais sincronizado e no mesmo nível do outro. Isto evita as periferias e exclusões mencionadas no texto. Com a ajuda do Espirito Santo podemos “ver retamente todas as coisas” evitando o julgamento parcial, o preconceito, e visões sectárias da realidade.

2)    Na Igreja, o Papa e os Bispos convidam-nos a acolher as pessoas homossexuais e os feridos da vida. Qual é nossa atitude pessoal?

Quanto aos homossexuais nossa atitude varia entre aceitação tácita e certo distanciamento por respeito e discrição. Reconhecemos nosso preconceito ao não tratar do assunto diretamente embora tentemos aceitá-los com suas diferenças.

Entendendo que os feridos da vida são os católicos separados, divorciados e outros que passaram por eventos dolorosos, concordamos que a aceitação é mais fácil e até mais agradável por se tratar da inclusão de pessoas que precisam de acolhimento.

3)    Como pode evoluir a relação homem/mulher para construir uma sociedade mais respeitosa de cada um?

 

A pergunta sugere uma resposta teórica que pode abranger muitos campos diversos tais como a psicologia, pedagogia, sexualidade, economia, etc. O mais importante, no entanto, seria uma evolução baseada no equilíbrio entre as capacidades, habilidades, diversidade e competência do homem e da mulher. 



Escrito por claudiopen às 15h31
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AGOSTO – 2015

Tema: Capítulo 5

Cleide/Duílio e Sonia/Cláudio

O pobre, amado por Deus.

 

Como olhamos nossos irmãos mais necessitados?

De que maneira mostramos uma atenção espiritual para com eles?

-vem e segue-me.

-desprendimento.

-Deus nos pede algo mais do que a dedicação ditada por nossa formação.

-como fazer para transpor nossa zona de conforto e fazer o mais que Deus nos pede?

-não devemos desanimar, pois o que é impossível aos homens é possível a Deus.

-Deus nos dará tudo para que possamos segui-lo até o fim.

-é a misericórdia no cotidiano.

-o assistencialismo destaca a importância do que doa, tornando o assistido refém dessa ação.

-a ajuda torna-se um compromisso.

-quando você participa, acolhe, sente-se acolhido e faz parte de uma comunidade. Cada um ajuda para melhorar o outro e não a si próprio.

-é importante não nos esquecermos de ajudar com o ajudado e não para ele. O necessitado deve ser acolhido, participando do processo.

-devemos trabalhar sempre no tripé ver julgar e agir a partir dos vulneráveis e não dos poderosos.

-ver o outro com dignidade, com direito ao respeito.

-é muito importante cada um se ver dentro do processo, com suas características, competências e fraquezas.

-o julgar não deve ser precipitado, evitando classificar o outro dentro de uma visão seletiva.

-a ação deve se dar através de um processo inclusivo do outro, levando em consideração suas condições, procurando torná-lo parte do processo e não escravo. (fazer com e não apenas para o outro)

-desenvolver o autoconhecimento para participar de processos sintonizados com nossas competências, integrados com outras pessoas, estabelecendo uma rede de ajuda.

-os testemunhos são forças que inspiram outras ações.



Escrito por claudiopen às 09h13
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AGOSTO – 2015

Tema: Capítulo 5

Ana Teresa/Mario e Beth/Toninho

O pobre, amado por Deus.

 

Troca de ideias sobre o tema

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito dessa questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

Ver julgar e agir no mudo em função do “insignificante, do vulnerável e do frágil”, em nossa sociedade.

O Papa Francisco clama por uma “Igreja para os pobres”.

Bernard Rordorf convida-nos a fazer “com os pobres” ao invés de “para os pobres”.

 

Conforme São Paulo: “Deus escolheu o que é loucura no mundo para confundir os sábios, o que é fraqueza para confundir o que é forte, o que o mundo despreza, acha vil e diz não ter valor. Deus escolheu para destruir o que o mundo pensa que é importante”.

Deus nos ensina ao que de fato devemos dar importância, agir mais pelo serviço e não pela dominação. A todo instante a escuta da palavra nos remete a este modo de agir. Devemos recorrer sempre, incansavelmente ao Espírito Santo para estarmos atentos a estes ensinamentos e valores.

Quem é o insignificante, frágil e vulnerável? É para este olhar, julgar e agir que devemos recorrer ao Espírito Santo. Não só sua condição material, mas o ser humano em todas as suas condições. São inúmeras as situações de vulnerabilidade do ser humano perante os conceitos de valor da sociedade atual.

Quem são os pobres? O fraco, o desprezado, aquele que não tem valor, o que não tem poder perante os valores da sociedade. A todo momento devemos ter este modo de julgar e agir. Como afirmou o papa João Paulo II, ser a voz daqueles que não podem falar ou são calados, mas, sobretudo criar espaços e condições para que eles mesmos possam se pronunciar. No dia a dia, ouvir aquele que está ao nosso lado, no nosso trabalho nos nossos afazeres. Fazer com eles é o grande desafio!

Despertar-lhes a auto estima e sentimento real de que são voz ativa na sociedade. Transformar a sociedade que nos cerca? Somente através de exemplos e ações como vem fortemente fazendo o Papa Francisco, revertendo a abordagem de agir pelos centros de decisão e do poder, mas pela periferia da existência.

 

 

 

Para a troca de ideias o Autor sugere tomarmos como ponto de partida dois tesouros espirituais o VERBO – “Escuta da Palavra” e o Espirito Santo, quando incorporados no amago de nossa existência torna-nos revestidos de uma riqueza espiritual incalculável que nos faz próximos de Deus. Paradoxalmente esses tesouros são invisíveis ao olho humano, desprezada e não valorizado pelo mundo, tido como indícios de loucura e confusão mental pelos sábios.

Nosso Senhor, nas bem-aventuranças, diz algo esclarecedor: “bem-aventurados os pobres, porque verão a Deus”. Ser pobre é, pois, colocar-se em posição de contemplação. Mais tarde Jesus vai ainda dizer: “Pai, dou-te graças porque revelaste estas coisas aos pequenos e as escondeste dos soberbos”. Observemos melhor este paradoxo. O pobre não se caracteriza simplesmente por nada ter; é, antes, aquele que não se apega ao que tem e, por isso, dá tudo. Depois, o homem pobre sabe-se pobre e disto nasce-lhe uma atitude de abertura a um Outro, de quem possa receber algo. Esta consideração da própria pobreza é uma apreciação verdadeira de si mesmo. Daí Sta. Teresa D'Ávila dizer que a humildade é a verdade, o que nunca é demais repetir. O pobre é ainda aquele que ama a pobreza, pois é graças a ela que o Outro pode vir dar-lhe o que lhe falta. Esta espera implica uma constante abertura ao que vem do Outro, o que resulta também que o pobre nunca se busca a si mesmo. A pobreza ordena, pois, o homem, o submetendo ao seu fim último que é Deus. Ao não se buscar a si mesmo, o homem passa a apreciar as coisas com objetividade. Compreende que Deus está sobre tudo... O soberbo, porém, nada sabe, embora ache saber tudo. Sendo miserável, vê-se rico. As falsas luzes projetadas sobre si mesmo cegam-no. Disto nasce uma falsa ternura pelo próprio corpo e pelas próprias preferências, o que faz com que sua apreciação dos eventos e dos seres seja sempre afetada. O homem soberbo não espera de um Outro; busca-se somente a si mesmo e isto lhe fecha diante de Deus. Torna-se impermeável à graça. Nele não há a gratuidade nem a leveza do pobre. É um embotado, um sujeito grosseiro, a quem escapam as minuciosidades da vida. É o homem sensual, distraído com as próprias futilidades, enlameado na lavagem que devora. Pensando-se super, a ele bem se aplica a pergunta de Deus feita ao homem nos diálogos de Sta. Catarina de Sena: “Oh homem, foste criado como irmão dos anjos e te tornaste vil animal; onde está a tua dignidade? ” Deus resiste aos soberbos, mas dá-se aos humildes. Os soberbos serão humilhados, pois será revelada a sua indigência; já os pobres, que mantêm os olhos constantemente elevados à grandeza do firmamento, ser-lhes-á concedido o que esperam, e serão exaltados. Enquanto diz o pobre: “Mais que a terra seca anseia pela chuva, a minh'alma suspira por Ti”, o Céu responde: “Deleita-te, então, pois quem busca encontra...” Grande coisa é a pobreza; virtude de reis e senhores. Já dizia Sta. Teresa que ser pobre é assenhorar-se, e isto nem sequer significa uma promessa de recompensa vindoura pelo fazer-se pequeno, mas antes, mostra que as coisas, diante de um pobre, obedecem-lhe e se revelam a ele tais quais são. E aqui está a última característica que quero tratar, por ora, a este respeito: A verdade não é algo que se busque friamente, como um pesquisador que se debruça sobre um objeto inerte. Há nela algo de revelado; ela responde à atitude de quem a busca; sonda o coração, e dá-se ao que a ama verdadeiramente. O soberbo, ainda que saiba repetir conceitos e fórmulas, não lhe penetra a substância, não prova o vinho contido no cerne da Verdade; não a compreende, embora afirme que a possui. O amor, a verdade, as luzes infinitas não lhe encantam e não passam de um conceito distante e obscuro aos seus olhos. Ao pobre, porém, é dado beber na adega, na solidão com Aquele que se dá, cujo amor é mais saboroso que o vinho e a Verdade mais resplandecente que o Sol. Só para ilustrar tudo isto que digo, cito o exemplo de S. Bento José Labré. Um dos santos mais pobres da Igreja de Cristo. Dele se diz que possuía o conhecimento infuso das Sagradas Escrituras. Não obstante, se interessava pelas mais modestas aulas de catecismo ministradas às crianças. Assistia atento e, suponho, encantava-se com aquilo que, aos olhos soberbos, seriam apenas alguns conceitos ingênuos... Para ele, porém, aquelas simples palavras eram espírito e vida; muito provavelmente, o seu coração ardia com o mesmo fogo prometido pelo Esposo: “eu vim trazer fogo à terra”. Na consumação da pobreza, a plenitude da Verdade: “naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma”. Bendita seja para sempre a Santa Pobreza, esposa de Cristo, porta pela qual nos chega, livremente, a luz da eternidade e da contemplação do Verbo.

 

 

Autor: Fábio Graa.



Escrito por claudiopen às 09h12
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Elisabeth/Antonio

O respeito da pessoa humana

1-    Ter Fé, é perceber com um olhar novo as obras de Cristo. A fé obriga cada um de nós a tornar-se sinal vivo da presença de Cristo, (identificando os sinais dos tempos na história).

2-    Entendemos que o conhecimento da nossa fé, alimentada pela Escuta da Palavra, é essencial para aderirmos e assumirmos o que a Igreja nos propõem. Sabemos que muitas pessoas, embora não reconhecendo o dom da fé, buscam um sentido de verdade que as conduz para Deus, estando a serviço do outro. Neste contexto, somos chamados a dar testemunho do ser cristão. Reconhecendo Jesus vivo e presente na nossa vida, traçamos a nossa história.

3-    Nossa conduta frente a sociedade, valorizando nossa comunidade, tendo como regra de vida o respeito ao outro e a sua dignidade humana, com obediência a Palavra.

4-    Entender que o rosto de Cristo também está espelhado predominantemente no rosto do menor de nossos irmãos, exercitar com caridade a nossa fé, “como sinal de reconciliação definitiva com o Pai” (Bento XVI).

Jesus ao atender aos nossos clamores sempre chega a nós perguntando: “O que você quer que eu faça por você”? É concebível a nossa petição quando primaziamos o respeito a vida no apaziguamento das dores físicas ou morais.



Escrito por claudiopen às 18h56
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Vicélia/Luiz Carlos

O respeito da pessoa humana

 

1 – Sentimos nossa responsabilidade como cristãos engajados diante dos ataques à dignidade humana? De que maneira pensamos em reagir de forma sensata?

Uma vez mais, este tema nos levou a encarar a nossa responsabilidade na defesa da dignidade humana. Procuramos não desrespeitar a dignidade dos nossos irmãos com quem convivemos – ao contrário, procuramos trata-los com igualdade e fraternidade –, mas não nos manifestamos formalmente diante de ameaças sociais e políticas à dignidade humana, a não ser em conversas de que participamos e nas quais essas ameaças aparecem como assunto.

 

2 – Jean Vanier pensa que “em nossas sociedades, confundimos frequentemente o bem com o sucesso”. Essa confusão não nos leva, às vezes, a olhar o outro por aquilo que ele representa ao invés daquilo que ele é? A considerar o outro não como uma finalidade, mas como um meio?

Nós não fazemos essa confusão, somos críticos em relação aos proeminentes. Mas temos que reconhecer que a maioria das pessoas no nosso país se deixa impressionar pelas pessoas “bem sucedidas” e não valorizam os simples, os humildes e os especiais.

 

3 – No debate sobre o respeito absoluto e primário da vida humana, seria concebível que o apaziguamento das dores físicas ou morais, geradas por uma longa e grave doença, pudesse sobrepor-se ao respeito pela vida?

Não é concebível que se abrevie uma vida por uma razão hedonista (não querer sofrer física ou moralmente); por outro lado é um desrespeito à pessoa humana alongar artificialmente a sua vida em caso de doença incurável, ou curável apenas com sacrifício humanamente não exigível do doente e/ou de seus familiares.

A morte é humana; e em muitos casos por não se aceitar a morte, a própria ou de um familiar, se posterga desumanamente uma morte que deveria ter ocorrido dignamente em um momento anterior.



Escrito por claudiopen às 16h16
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Cleide/Duílio e Ana Teresa/Mário

O respeito da pessoa humana

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito desta questão (o respeito a questão humana) e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

O homem como criatura, tem sido vitima de todo o tipo de ataque, ataque principalmente a sua concepção para o amor, e é por ai que nós devemos nos quiar. É da palavra do Evangelho que devemos tirar as lições de amor, e através da luz do Espirito Santo  que podemos obter discernimento e sabedoria para entender e reagir. Deixar-se guiar pelo Espirito Santo não é algo passivo, devemos estar atentos para agir e reagir, para todas estas atitudes, precisamos do dom do Espirito Santos. Para cada momento uma inspiração será necessária. Jesus nos encoraja “sede perfeitos, como meu Pai Celeste é perfeito”. Nos anima nos ínsita a todos sermos santos, buscar a perfeição através da intimidade com Deus, ontem nos lembrou a oferecer o outro lado do rosto, ou seja não cair na tentação dos valores e justiça dos homens. Mais uma vez a buscar a luz do Espirito Santo, para sabermos como agir no dia a dia, na rua, no trabalho, na sociedade.

Sentimos nossa responsabilidade como cristãos engajados diante dos ataques à dignidade humana? De que maneira pensamos em reagir de forma sensata?

Mostramo-nos indignados em certas situações que ao nosso ver, ferem a dignidade humana. Sentimos que é importante desenvolver uma profunda sensibilidade de identificação de situações do cotidiano, que também ferem a dignidade humana. O quanto precisamos da prática do exame de consciência para nos sensibilizar a nossa responsabilidade ao respeito do outro ser humano. Devemos ficar atentos a não compartilhar e/ou concordar com os que excluem outras pessoas da condição humana.

Devemos ser mais cuidadosos/críticos com relação a quantidade e qualidade das informações de chegam as nós, por diversos canais. E principalmente nos cuidarmos para não reagirmos ao primeiro impulso.

Devemos nos cuidar também, na medida em que nos manifestamos, de forma rude, em gestos, palavras e silêncio, com outras pessoas, fruto de um mau dia ou dificuldade de solução de algum problema pessoal. Isso retira o outro da condição humana de manifestar.

Jean Vanier pensa “em nossas sociedades, confundimos frequentemente o bem com o sucesso”. Essa confusão não nos leva, às vezes, a olhar o outro por aquilo que ele representa ao invés daquilo que ele é? A considerar o outro não como uma finalidade mas como um meio?

Sim, quantas vezes somos atraídos a ver primeiro o rótulo, o título, o prestigio, a posição social do individuo, para criarmos um julgamento ou um relacionamento. Somos arrebatados pelas aparências. Precisamos da graça do Espirito Santo e a Palavra do Evangelho, para não ficarmos cegos a realidade. Ofuscados pelas aparências sociais. Quanto mais nos colocarmos respeitosos e responsáveis diante da vida, mais estaremos sensíveis as manifestações do outro. Ao pedir a Deus, seu amor conosco, nos torna pessoas melhores, capazes de identificar o ser humano, na pessoa.

 

 

No debate sobre o respeito absoluto e primário da vida humana, seria concebível que o apaziguamento das dores físicas ou morais, geradas por uma longa e grave doença, pudesse sobrepor-se ao respeito pela vida?

Não temos a palavra final, a nossa posição é pela defesa da vida. A eutanásia, não é uma solução proposta pelo Cristo, em nenhum momento no Evangelho, incluindo os Profetas no antigo testamento.

Em principio somos contra o  aborto, pela supremacia da vida. Não podemos porém nos furtar a complexidade das situações criticas, que se apresentam nos cenários de relacionamento humano.

Devemos não importa a circunstância, garantir, o máximo possível, o respeito e a qualidade de vida, para tal abastecendo-nos da Palavra e do exemplo de vida. Colocar-se nas mãos de Deus.



Escrito por claudiopen às 11h32
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JUNHO – 2015

Tema: Capítulo 4

Sonia/Cláudio e Ana Maria/Sílvio

O respeito da pessoa humana

 

1.    Em que a Escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo podem ajudar-nos a discernir a respeito dessa questão, e a encontrar os sinais do tempo?

A Escuta da palavra ajuda a interiorização da pessoa consigo, com o cônjuge e família. Mas não só elas. Conversas com filhos e amigos, leituras, viagens, filmes também nos ajudam a perceber sinais dos tempos.

2.    Sentimos nossa responsabilidade como cristãos engajados diante dos ataques à dignidade humana? De que maneira pensamos em reagir de forma sensata?

Achamos que nem tanto. Não temos uma atuação marcante. Repudiamos ataques à dignidade humana. Reforça nossa consciência das obrigações que temos com nossos semelhantes em busca da dignidade humana para todos. Ao mesmo tempo exercitamos a consciência de nossos limites que condicionam nossas ações concretas. No dia a dia somos confrontados com situações de injustiça que fogem ao nosso controle o que nos deixa angustiados, por outro lado, agimos em situações que demandam nossas competências, no combate das injustiças.

3.    “Em nossas sociedades confundimos frequentemente o bem com o sucesso?” Olhamos o outro por aquilo que ele representa ao invés daquilo que ele é? A considerar o outro não como uma finalidade, mas como um meio?

“O homem vale por aquilo que é, e não apenas por aquilo que tem ou por aquilo que faz.” Acho que muitas vezes olhamos o outro por aquilo que ele representa. Muitas vezes no fiamos às aparências. É um alerta para que olhemos para o ser humano por aquilo que ele e pela sua essência e pelo seu caráter. Às vezes o cargo, o dinheiro, a posição social ofusca a nossa visão e o nosso coração. Na maioria das vezes somos beneficiados em maior grau do que as pessoas que ajudamos. Nossos atos provocam nosso crescimento no amor de Deus, percebemos, na maioria das vezes, que nossos atos de auxilio mudam para melhor nossa visão da realidade que nos cerca. A nossa forma de encarar as coisas muda para melhor. Nosso poder de análise fica potencializado pela nossa sensibilidade na análise.

4.    Seria concebível que o apaziguamento das dores físicas ou morais geradas por uma longa e grave doença, pudesse sobrepor-se ao respeito pela vida?

A resposta seria não porque o respeito pela vida deve sobrepor-se sobre o apaziguamento das dores físicas ou morais, porém nunca passamos por situações limites de uma grave doença e as consequências psicológicas para a própria pessoa e para os familiares. Acreditamos que a fé e a vivência da espiritualidade ajudem as pessoas a enfrentarem esses momentos difíceis. Devemos aceitar que há situações em que é preciso deixar a natureza seguir seu curso, ou seja, saber que é chegada a hora da morte.



Escrito por claudiopen às 15h47
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MAIO – 2015

Tema: Capítulo3

Beth/Toninho e Sonia/Cláudio

Construir a Civilização do Amor

Respostas ao Tema:

-O verdadeiro amor conjugal não é limitado ou impedido pela instituição do casamento, e seu dinamismo não é obstruído, nem limitado, nem fechado...

Deus nos deu o “livre arbítrio”. Deus rege o casal na vivência do sacramento do matrimônio desde que o casal, segundo seu arbítrio, o permita. Amadurecendo através dessa convivência, o amor torna-se ilimitado. A expressão “verdadeiro amor” não faz sentido se considerarmos que o falso amor não é amor.

-A fidelidade de um casal não resulta de uma imposição, mas da vontade de fundar um projeto de vida para todo o tempo.

O amor fomentado pela confiança torna-se a base dessa relação de amor. Através da nossa confiança em Deus exercemos nosso livre arbítrio, desenvolvendo nosso amor.

Deus não nos faz nenhuma imposição; a opção por seu amor é uma iniciativa de cada um. Essa opção consciente desenvolve muito o amor conjugal, fortalecendo-o.

Uma ilustração dessa relação foi dada por São Francisco com a frase: “morrer no Eu, morrer no Tu para viver no Nós!”

-Amor conjugal, promessa de outra Felicidade.

“Feliz quem não segue o conselho dos maus, mas na Lei do Senhor encontra sua alegria e nela medita dia e noite. (Salmo 1)



Escrito por claudiopen às 20h02
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MAIO – 2015

Tema: Capítulo3

Cleide/Duílio e Ana Maria/Sílvio

Construir a Civilização do Amor

Respostas aos questionamentos do Livro TEMA

 

Em que a escuta da Palavra e a iluminação do Espirito Santo, podem ajudar-nos a discernir a respeito dessa questão e a encontrar respostas ajustadas aos sinais dos tempos?

A escuta deve levar a meditação para que possa discernir e pensar nos frutos: amor, tranquilidade, paz, generosidade, etc.

Para tanto precisamos silêncio e vida interior.

Pela experiência da palavra, devemos ganhar condições de interioridade, isto é, abertura de canais para fluir as graças do sacramento. Esta é condição para crescimento espiritual do casal.

Podemos atualizar continuamente esta dádiva, que é o plano de amor de Deus.

Isto nos fortalece para fazer frente às falsas ideias do amor. Tais como a idéia do amor ligada ao domínio e poder que destroem o outro.

1. O verdadeiro amor conjugal não é limitado ou impedido pela instituição do casamento, nem seu dinamismo.

            Pelas graças do casamento, pela intervenção do Espírito Santo e pela Palavra, surgem a força e a inspiração ao sacramento do casamento. O nosso amor tem origem em Deus. As outras versões do amor enquanto paixões, tem origem no individualismo, no egoísmo, no consumismo e no poder voltado para o domínio.

2. A fidelidade de um casal não resulta de uma imposição, mas da vontade de fundar um projeto de vida para todo o tempo.

            A escuta da Palavra e a iluminação do Espírito Santo, ajudam a alicerçar a instituição do casamento, pelo aprofundamento do ato do verdadeiro amor, que como fruto, gera o amor conjugal e que permite ao casal, enxergar e agir em função das coisas mundanas, tomando por base a Palavra do Evangelho e sendo auxiliado, na resistência às tentações do mundo, pela luz do Espirito Santo. À medida que isso ocorre, serve de exemplo à comunidade e ao pequeno mundo que nos rodeia.

            O amor conjugal provem de outra Felicidade ( Pe. Caffarel)

            Sem dúvida, ao longo dos anos, ela perde sua vivacidade e alegria dos primeiros dias, mas isso resulta em uma lucidez, uma profundidade, uma solidez que o amor não poderia conhecer em seu tempo de primavera.

            O amor conjugal nas estações do ano da vida a dois, é esse desejo de busca da felicidade conjugal, permeado pela Palavra e iluminado pelo Espírito Santo, permite que o casal seja menos corrompido pelo mundo e consiga pela oração a santidade desejada.

            Como no cotidiano um cônjuge auxilia ao outro a cada vez mais aproximar-se do amor de Deus.



Escrito por claudiopen às 20h00
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MAIO – 2015

Tema: Capítulo3

Vicélia/Luiz Carlos e Teresa/Mário

Construir a Civilização do Amor

1.

O mundo hoje entende o casamento como uma amarra, uma restrição, um impedimento à “liberdade”, como uma instituição que limita. O verdadeiro amor conjugal transcende a limitações, obstruções ou quaisquer conceitos da vida humana. Para nós, cristãos, ele provém de DEUS, nos leva a Ele, nos foi presenteado como uma dádiva. Sim, o amor que circula e une o homem e a mulher tal como criações Divinas a sua semelhança é o amor que circula Nele.

Não é a instituição que limita/destrói o amor conjugal. O que o limita são nossas fragilidades humanas que vem do nosso temperamento, da nossa história, das nossas dificuldades, das situações pelas quais passamos e da maneira como vivemos essas situações.

Crescer no amor significa reduzir essas fragilidade e restrições humanas, o que só se consegue com o esforço pessoal e conjugal, mas também pela graça de Deus. Só somos capazes de amar na medida em que deixamos Deus nos amar e amar através de nós.

É preciso ter uma consciência vivencial desse amor de Deus em nós. Assim, para progredir no amor precisamos pedir a graça do amor, lembrando que a fonte privilegiada que os casais têm é o Sacramento do Matrimônio – precisamos saber utiliza-lo, isto é, torna-lo útil no nosso dia a dia.

Precisamos desenvolver uma forma de apresentar isso nos tempos de hoje, a começar do preceito básico de Deus para a felicidade no relacionamento conjugal [Gênesis 2, 24: “por isso o homem deixará seu pai e sua mão, se unirá à sua esposa e os dois serão uma só carne.”].

A Escuta da Palavra alimenta a nossa fé e nos mantém ligados a Deus e nos dá a consciência da necessidade que temos da Sua graça.

É o Espírito Santo, o Amor de Deus. Que nos capacita para o amor, nos curando, nos santificando, nos abrindo ao outro e ao mundo, nos fazendo perceber a necessidade de testemunhar a grandeza do amor conjugal.

 

2.

Nos tempos atuais a infidelidade conjugal não é mais praticada principalmente pelos homens; também as mulheres na nossa cultura são igualmente infiéis hoje em dia. A fidelidade hoje em dia não é vista como um valor. O que se percebe é que a infidelidade não é duradoura nos verdadeiros relacionamentos conjugais. Nesses relacionamentos não se suporta mais do cônjuge para manter um casamento de fachada.

O Evangelho de Jesus Cristo veio estabelecer o casamento como um projeto para toda a vida.

O projeto de vida de um casal cristão é levar um ao outro para a santidade isto pressupõe compromisso, cumplicidade.

A fidelidade também deve ser vislumbrada quanto aos planos de vida traçados na realização do matrimônio e ao longo de sua vida como realização de planos, conceitos de felicidade.

Fidelidade também com os projetos diários do dia a dia, com as decisões, realização de compromissos, etc.

E como é que isso acontece pela Palavra de Deus? Jesus nos detalha essa questão nos capítulos 14 e 15 do Evangelho segundo São João.

Primeiro discernir: o que Jesus disse. O casamento não é como a lei de Moisés estabeleceu (permitindo ao homem dar carta de divórcio). “Não separe o homem o que Deus uniu”.

Só não é separável a relação que se nutre e se funda no amor de Deus.

O próprio mundo de hoje já deu uma resposta: não é mais possível manter um relacionamento conjugal verdadeiro com um(a) infiel. Dito de outra maneira: se queremos ter um relacionamento duradouro não podemos admitir a infidelidade.

O que se precisa mostrar para o mundo é que a felicidade está em uma relação conjugal duradoura.

 

3.

A felicidade hoje em dia é alardeada baseando-se em usufruir e aproveitar o momento, é promovida em função do amor próprio, do ter, do conquistar, vencer, totalmente baseada em valores extremamente efêmeros.

O Pe. Caffarel nos diz que a felicidade que nasce de uma boa convivência conjugal – entenda-se: fundada no amor (Amor) – é uma antecipação da felicidade perfeita.

O que Deus quer é que sejamos felizes e tenhamos vida plena [Jo 10, 10].

A Palavra de Deus nos ajuda a acreditar que a vida não acaba com a morte; que existe uma continuidade na nossa vida, a qual, pela nossa fé e pela promessa de Deus, vai ser a felicidade completa, quando estivermos em Deus plenamente.

Anunciar tudo isso ao mundo atual não passa só pelo discurso, mas sobretudo pelo testemunho, pelo jeito de ser do casal percebido pelos outros [“Vejam como eles se amam.”]. Aí a resposta estará ajustada aos tempos atuais. O testemunho genuíno é sempre ajustado ao contexto.

A Felicidade do casal fundamentada no amor conjugal deve ser o verdadeiro testemunho para o mundo de hoje, para a construção da civilização do Amor.



Escrito por claudiopen às 19h59
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ABRIL – 2015

Tema: Capítulo2

Beth/Toninho e Ana Maria/Sílvio

Olhar para mundo em Transformação

 

REFLEXÃO SOBRE O TEMA:

  1. Escuta da Palavra com a iluminação do Espirito Santo pode ajudarnos a discernir a respeito das transformações do mundo.

    1. A palavra de Deus é sempre atual, mesmo com as transformações do mundo

    2. O Espirito Santo nos ajuda a ver claramente todas as coisas

    3. O fato de a palavra ser perene nos dá segurança apesar das transformações (os céus e a Terra passarão mas minhas palavras não passarão…)

  2. Só há progresso com o desenvolvimento ético.

    1. A ética nos dá uma garantia de que os frutos do progresso serão utilizados para o bem da sociedade.

    2. Observamos que acontecem situações exatamente contrárias, o que é sinal de que não há preocupação com o desenvolvimento ético.

  3. Atitudes que difundem falsas imagens de Deus

    1. Deus vingativo (isto vem da formação infantile: Deus castiga!!!)

    2. Deus Professor de moral (é o format que se encaixa nas pessoas que querem manuais de regras…)

    3. Deus da ordem lógica e racional (para mim uma imagem próxima da realidade, pois mostra um Deus que preparou o mundo para seus filhos)

    4. Deus da ordem social.



Escrito por claudiopen às 21h10
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